Tão bonito, Soledade ! Também vou procurar o livro. Realmente, é tão agradável quando conseguimos fazer acreditar que a gramática é uma canção doce ... Tudo o resto, porque gramática é, seria uma doce canção, melodiosa e variada...
Afixado por fernanda s.m. em janeiro 16, 2006 01:38 PMÉ um bom livro para ler aos seus netos, Fernanda. As línguas são de facto sistemas vivos e, pela analogia, pela alegoria, pode fazer-se uma bela, uma doce iniciação dos mais novos ao seu estudo. Contar histórias é ensinar o mundo aos mais novos, como sabe.
Um beijo, uma boa semana.
Este belo texto lembrou-me o livro "Quelques-uns" de Camille Laurens, que é uma reflexão muito interessante sobre o mundo das palavras.
Afixado por M em janeiro 17, 2006 10:04 AMDeve ser mesmo uma doçura este livro. E aprender gramática assim é receber um doce ou muitos doces. Ainda bem que vão aparecendo obras destas.
No meu tempo: "a, ante, após, até, com..." ; "e, nem, não, só..." etc, etc. Nem sei como as coisas cá ficavam, mas não nos diziam nada. Eram cantilenas.:)
a poeta e a educadora, permitindo que saibamos coisas simples...as mais importantes!
beijo carlos p f
Não há dúvida que me fizeste sorrir e o meu muito obrigada (ou um grande bem-haja, como por aqui tão bem se usa).. :)
Esta 'canção doce' é a próxima leitura obrigatória, à frente do 'monte' que ali por mim espera desde Setembro.
BEM-HAJA, Soledade.
Manuela, não conheço o "Quelques-uns", mas investigarei, sem dúvida. Esta troca é boa: os livros que descobrimos nestes contactos amigáveis que vamos mantendo por aqui. Somos leitores apaixonados de livros - dinossauros. Deve ser por isso que nos reconhecemos :)
Afixado por Soledade em janeiro 18, 2006 11:12 PMAna, também as lenga-lengas tinham a sua doçura: a lista das preposições, memorizei-a assim, entoando-a como a uma cantilena. E a tabuada. e tantos outros conhecimentos. Oralidade, rima, toada - auxiliares da memória. E às vezes também da imaginação. Mal não nos fez, pois não?
Afixado por Soledade em janeiro 18, 2006 11:18 PMOs epítetos que me aplicas, Carlos :)
Concordo é nisto: "coisas simples...as mais importantes".
beijo
Bem-haja eu, Eliana! Ah, deixa o "monte". Não precisas dele: tenho visto a qualidade do teu trabalho. E vais achar graça ao livro, um bálsamo, nas nossas agruras.
E queria contar-te isto, e pode ser aqui(era de esperar, mas até ele mo dizer, nem me ocorrera): um meu colega, de Clássicas, estava muito desanimado, hoje: ensinar latim, partindo da nova terminologia, é quase impossível: ela pretende justamente descolar do modelo latino. Fiquei pensativa. Tantas implicações. Mas há-de dar-se a volta ao problema. Digo eu. Em grego! Ou latim!
Um beijo
Tão bonito, Sol. Tão mais fácil, mais saboroso, aprender-se assim sobre as palavras, navegando entre a poesia e a fábula...
Beijos,
Silvia
É verdade, Silvia, não só mais fácil, como tem benefícios adicionais: chamar as crianças ao mundo do poético e cativá-las para a leitura.
Beijo
Sou uma espreitadora dos "gatos" e fico frequentemente fascinada com o que encontro. Hoje não posso deixar de registar o meu obrigada por esta "canção doce" que irei procurar e "ouvir". Também vou reter "Quelques-uns". Obrigada.Dores
Afixado por Dores em janeiro 25, 2006 06:37 PMOlá, Dores. Fale connosco, não "espreite", apenas. Fico contente de lhe ter agradado a "Cançao Doce". É doce, de facto :)
Obrigada pela gentileza.
Por favor meninas podem me passar o nome do livro o qual está sendo comentado?
Obrigadinha
Edi
Afixado por Edmeura em setembro 21, 2006 06:14 PMEdi, a indicação bibliográfica está no post:
Erik Orsenna, A Gramática é uma Canção Doce, Edições Asa, Porto, 2003
Receio que o livro esteja esgotado, e a editora, que contactei, não vai reeditar. Mas é uma tradução do francês, talvez arranje no original. Vale realmente a pena.
Afixado por Soledade em setembro 21, 2006 09:24 PMkiki_tobias@hotmail.com