O que ainda não se disse, foi que essas fusões vão provocar inevitavelmente redundâncias... O que será feito com elas? Vão criar (mais) tachos decorativos? Ou será que finalmente alguém terá coragem para desclocar funcionários de onde são excedentários, para onde estes faltam?... Veja-se p.ex. o tempo que perdemos numa repartição pública... Quando dinheiro (produtividade) ganharia o país com tempos de resposta de atentimento mais curtos? Com um reforço dos diversos órgãos de fiscalização que estão quase parados por falta de pessoal?
Afixado por Rui Martins em janeiro 16, 2006 07:00 PMBom dia
Efectivamente, subscrevo o que foi escrito por Rui Martins, no tocante à fiscalização.
Tenho pensado inúmeras vezes, que o que falta a Portugal é a referida fiscalização. Somos um país com a legislação mais avançada do mundo. No entanto, os efeitos da mesma não se fazem sentir, em grande medida devido à não fiscalização.
Deve ser frustrante, para os Homens das Leis, ver que o seu trabalho não produz os resultados desejados.
Abraço
Afixado por Luis Moura Serra em janeiro 17, 2006 12:57 PMNum post de Setembro intitulado "Funcionários públicos" fiz referência aos desequilibrios na gestão dos activos humanos da administração pública. Entretanto apaguei-o. Acho que vou republicá-lo.
um abraço a ambos
Afixado por ACarvalho em janeiro 17, 2006 04:13 PM