Gostaria que esse segundo fosse tão suave como o voo dessa borboleta.
Afixado por gotadagua em janeiro 30, 2006 10:00 PM... eu que direi?
Afixado por amelia em janeiro 31, 2006 12:05 AMAo despedir-me para recolher, tentando descansar um pouco o espírito algo inquieto porque ... o coração bate sempre e o cérebro não pára de pensar e recordar (reenviando ao post da Amélia "omnia vincit amor"...) passei por aqui e vi, e li, e acalmei mais um pouco graças à beleza da imagem e das palavras dubitativas de Camus. Às vezes faz bem sentir as dúvidas de outro ser humano : faz-nos mais humanos também e chama-nos à razão. Confuso ? Não é. Obrigada, Soledade.
Afixado por fernanda s.m. em janeiro 31, 2006 12:05 AMOxalá no limiar desse exacto segundo haja um sorriso de gratidão para quem muito amamos.
Afixado por Maria Zinha em janeiro 31, 2006 12:24 AMOxalá no limiar desse exacto segundo haja um sorriso de gratidão para quem muito amamos.
Afixado por Maria Zinha em janeiro 31, 2006 12:24 AMNo tempo certo se verá.E se houver uma luzinha que que possa ficar coa gente!...
Afixado por zef em janeiro 31, 2006 07:21 PMEsse instante em que «eu» já não sabe que não é «eu», em que de todo não há «eu». A consciência não consegue, creio, conceber a sua inexistência.
Uma luzinha, Zef? A suavidade do voo de uma borboleta? Memórias amadas a dissiparem-se como vapor de água em manhã de sol? Quem sabe?
O meu abraço a todos vós.
como imaginar que ele parará no próprio segundo em que estiver parando? é quase inconcebível pensar . quase. porque não se pensa muito a própria morte ou sempre a pensamos da perspectiva de que estamos abandonando o mundo. e haverão coisas mais importantes a tomarem nossos pensamentos.
no entanto pensar sobre isto no presente e colocar como camus o fez é fantástico! um vôo, por mais que alguns o temam.
beijos,
silvia
CONSOADA
Quando a indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
Talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
- Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com os seus sortilégios).
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta.
Com cada coisa em seu lugar.
(Manuel Bandeira)
Belo!
Afixado por C.S.A. em fevereiro 1, 2006 03:52 PMÉ esse sujeitarmo-nos ao confronto lúcido com a nossa mortalidade, o "alarme dessa aparição", como dizia Vergílio Ferreira - é isso, Silvia, isso mesmo, o "voo" de Camus que faz dele autor amado de nós duas. Outra das nossas afinidades electivas :)
"Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta.
Com cada coisa em seu lugar"
Que assim seja. Bandeira para sempre, Zef. E esta serenidade de bem viver para bem morrer.
Um beijo para todos aí em Pasárgada
Contente por te ter aqgradado a minha escolha, C.S.A.
Abraço
Belos, a imagem e o texto.
Afixado por M em fevereiro 2, 2006 09:59 AMObrigada, Manuela :)
Linda a fotografia...o resto não percebi muito bem mas, espero que ninguem imagine como ele parará, não pode parar... O meu anda a bater bem forte ultimamente, hihi, mas pára quando me lembro das malditas notas e cadeiras que não passei :( (Estou mesmo a precisar de levar na cabeça, mas por muito que leve não consigo fazer nada de nada :(... Não tem nada a ver, mas quando vem a Lisboa visitar esta sua velha aluna e mostrar as coisas bonitas de cá para o coraçãozito não parar =O)
Beijinhos muito muito fofos Soledade
Sílvia Lopes
Percebeste lindamente, não te faças pequenina :)Tens é que arranjar um equilíbrio, um ritmo mais harmonioso entre as batidas fortes e as lentas. Ai, Sílvia! Minha "velha aluna" (agora fizeste-me rir!) eu gostava que ganhasses juízo e que fosses feliz. Será pedir muito?
Acabei por não lanchar contigo e com a Joaninha na 5ª feira. O trabalho... A ver se arranjamos uma ida a Lisboa. E que poderemos fazer na interrupção do Carnaval. E viste a neve? :)
Beijinho!
Eu não quero ganhar juizo, não por enquanto...sinceramente acho que tenho juizo até demais..quero aproveitar as piquenas coisas da vida e seguir os batimentos cardiacos em vez do raciocinio... Eu estou feliz neste momento, desiludida é certo comigo própria mas feliz (comecei este GRANDE mês muito bem de coração, hi)...
Não vi nevar e tenho raiva e inveja de quem viu :( Tive o azar de não ver o meu maior sonho concretizar-se por estar em Lisboa...Mas hei-de ver e será a última coisa que vou fazer na Benedita, espero eu :S
TEmos que ir lanchar pelo menos no dia 17, não aceito um não como resposta nesse dia senão vou sentir.me mal, se quer que eu tenha juizo tem que me dar na cabeça, só assim poderei começar um novo ano da minha piquenina vida com um pouco mais de juizo :))))
Eu prometo portar-me mal..mas com juizo :D
Beijinhosssssssssss
Assinalo-me como visita 42 008...Bravô!
Afixado por amelia em fevereiro 3, 2006 10:42 PM...e agora somos 42 164, o que quer dizer: oito para quatorze são seis, um para seis são cinco, hxzxxzcxis...resultado: entre o dia três e hoje já por cá andaram mais 156, cento e cinquenta e seis, kjhgfd... (foi uma criança que agora por aqui passou que carregou no teclado mas que não contou).
Boas noutes e bom trabalho
:)
Olá, Zef.
Vou dormir. Vim dizer-lhe olá.
Li em algum lugar recentemente que fazer poesia é dizer as coisas como elas são. Simples assim. Impossível pensar a parada do coração. Mas quem disse que vamos pensar nessa hora? Um dos prazeres de voltar a ver os amigos é ler textos como esses do Nocturno, Sol. Beijos.
Afixado por adelaide em fevereiro 7, 2006 01:42 AMAndo sem sono, vou fazer como a Dr. Amélia...E já vai em 42 326 bisitas, um numero par, hihi....
Beijinhos e boa semana
Não consigo imaginá-lo e, verdadeiramente, também não quero.
Quanto à imagem é linda e não é inocente. A Soledade sabe o que faz!:)
Olá, Soledade, a quem tanto dorme o sol se lhe some... :)
Afixado por zef em fevereiro 8, 2006 09:26 PMOlá, Adelaide, não vamos mesmo pensar nisso! Bom regresso de férias :)
Beijo
Silvia, dia 17 tenho um montão de aulas, mas veremos que se pode arranjar. Para te "dar na cabeça" arranja-se sempre um espaço de tempo. Gosto de te ver alegre. Mas vê se dormes. Na tua idade, etc, etc... Conheces o discurso :)
Beijinho
Está certa, Ana. Não tentemos imaginar. Para quê, afinal? Ela virá, a "oscura maravilla", e veremos o que houvermos (ou não) de ver. A imagem é linda, não é?
Um beijinho, até breve, espero.
Olá, Zef! Está coberto de razão. Mas não durmo, ai de mim! Hirta e firme no meu posto. Também assim o sol se nos some. Mas eu volto em breve.
Um beijo :)
Ah, Silvia, esqueceu-me de te dizer: eu sei que dia 17 é um dia muito especial :)
Afixado por Soledade em fevereiro 10, 2006 01:41 PMAmiga: encontro o bom gosto de sempre e verifico que muitos amigos o apreciam como eu! passei na Benedita esta semana, jantei na Pizzaria - era tarde!
bj cpfeio
Passaste aqui e não disseste nada?! Se preferias uma pizza às minhas sopas, eu entendo :) Mas podias ter dito alguma coisa.
Afixado por Soledade em fevereiro 13, 2006 01:32 AM