Só uma pergunta: é lei ou não é lei? Como há pouco tempo vi pessoas a defender a aplicação "rigorosa" da lei e dos estatutos de determinado (lembram-se?) pensei que a lei fosse para cumprir.
A questão é simples: ou está na lei ou não está! Se está...cumpra-se; se não está... cumpra-se!
Se se considera que a lei vigente está desasjustada... legisle-se em conformidade. Agora, assuma-se esse ónus politicamente... não se pode é fingir-se uma coisa e depois enviarem-se orientações internas que mais não são do que interpretações muito peculiares (é o mínimo que se pode dizer) da lei.
Eu sei que é chato para alguns mas, para já (pelo menos até Março), ainda vivemos num estado de Direito!
o que está em causa não é a lei. embora por acaso acho ilegal a dispensa para reuniões sindicais fora da empresa. Mas isso não interessa aqui. O que eu chamei a atenção é para esta forma perfeitamente simplista de ver as faltas. Como se isso fosse de somenos importância. é aquilo que dizes . Está na lei dão-se as faltas...
Enquanto não se perceberem as consequências desse comportamento na imagem dos docentes....
e estas coisas podem ser ditas de outra forma. os sindicatos têm responsabilidades... escusavam de usar este "paleio soviético"
o facto de estar na lei não torna, em alguns caso, que se cumpra escrupulosamente a mesma. e explico estando de acordo com o mocho antes que me atirem algo à cabeça. é que, no caso em apreço, está na lei a possibilidade de dar faltas para as actividades sindicais (engulo esta apesar de achar que os sindicatos, em 90% dos caso não ajuda a economia), mas o que é realçado no e-mail transcrito é a forma de contornar esse tipo de faltas e se o professor não puder dar as faltas não se apela a que falte às actividades sindicais, mas sim apela-se a que falte às aulas, deixe de exercer, temporariamente, a sua profissão. a questão em causa é que os sindicatos apregoam aos sete ventos e 4 cantos que os trabalhadores portugueses são produtivos, tão ou melhores trabalhadores do que os restantes da europa, no entanto têm este tipo de "recomendação" para que se falte.pois há muitas profissões que se quiserem ter encontros de classe têm de perder do seu tempo de trabalho ou familiar e não vejo os sindicatos defenderem a alteração dessas situações.
os sindicatos precisam de se modernizar e mais não digo.
Não vejo a onde esta o crime.
Afixado por paulo em fevereiro 7, 2006 10:26 PMé pena que não veja o crime...
.. é um crime contra o aluno e contra o professor. è damagogia barata e uma linguagem de quem não percebe que o mundo mudou.
É dar a imagem dos docentes como simples faltistas Até para uma reunião sobre concursos.... ao menos disfarçavam....mas não. se já faltou falte mais não é problema.. o aluno que se lixe