Actualmente, gere-se o Estado e as suas funções, mais numa perspectiva contabilística do que económica. À luz desta segunda seria evidente que qualquer decisão que reduza o tempo de estudo e a qualidade de vida de um aluno irá reduzir o seu desempenho e consequente formar um pior cidadão.
Mas nesta questão, como em tantas outras, é preciso empregar alguma moderação... Não me choca o encerramento de escolas com 1 ou 2 alunos, como as há pelo país, sobretudo se fôr possível colocar em tempo razoável o aluno(s) noutra escola sem custos adicionais para os pais. Será economicamente mais razoável e eficiente gerir uma escola com mais alunos, do que uma com menos. Mas importa muito estabelecer critérios...
Afixado por Rui Martins em fevereiro 8, 2006 02:24 PM