Comentários: Conformidade

Belo. Gostei muito. Parabéns.
Bj

Afixado por Carlos A. Silva em fevereiro 13, 2006 03:08 AM

Foi bom começar o dia lendo-te, em «conformidade».
Mais um poema belo, sim, ao teu jeito, mas de que resulta uma senasação de despojamento amargo...assim o senti. Beijos e boa semana.

Afixado por amélia em fevereiro 13, 2006 08:45 AM

"Tudo reduzido à expressão mais simples" Eu também quero, Soledade. Obrigado!

Afixado por Oscar em fevereiro 13, 2006 08:47 AM

Às vezes é o que nos apetece... despir tudo e ficar apenas com o essencial, uma linha por exemplo.

Parabéns Soledade! Sem favores, a sua poesia é excelente. Já a mostrou ao J. Carlos Vasconcelos?
Experimente!

PCosta

Afixado por PCosta em fevereiro 13, 2006 12:04 PM

Um "justo auto-de-fé" é precisamente o que preciso. Tantos erros meus... se calhar vou dissertar sobre isso.
As melhoras, Soledade. Festinhas à Jade.

Afixado por Ricardo Garcia em fevereiro 13, 2006 01:02 PM

É um exercício difícil, mas tão necessário ao meu equilibrio, procurar a "expressão mais simples" das coisas, dos gestos, dos sentimentos, das palavras...
É um prazer muito grande ler poemas como este.
Beijinho

Afixado por Helena em fevereiro 13, 2006 02:14 PM

Inicialmente deparei-me ocasionalmente com poemas seus, depois passei a procurá-los. Parabéns pela singeleza com que exprime sentimentos, afectos, estados de alma. Depois de lidos... até parece fácil!

Afixado por Dores em fevereiro 13, 2006 02:42 PM

Peço desculpa pela falta de originalidade mas:
Parabéns por mais um belo poema :)

PS: Acho que vou voltar a fechar os meus poemas no meu caderno preto.

Afixado por Diogo em fevereiro 13, 2006 04:39 PM

Belo poema, Soledade! Como tantos outros seus, que (re)leio sempre com prazer. :)

Afixado por Ana Gil em fevereiro 13, 2006 05:44 PM

Muito contente por voltar a encontrá-la aqui, com mais um poema belo, nu e cru ! Conformidade inconformada ? Ou, como diz a Amélia, um despojamento desejado, mas algo amargo ? Também senti qualquer coisa daquela vontade que nos assalta, às vezes, de atirar tudo fora ...Sabe bem. Um abraço.

Afixado por fernanda s.m. em fevereiro 13, 2006 07:07 PM

delicioso pela singeleza da 'expressão mais simples' que sempre nos faz sentir e 'estar lá'...

Afixado por emn em fevereiro 14, 2006 02:02 AM

...a mim dói-me e encanta-me tanta beleza - e dói-me o poema...nem eu sei bem porquê...ou talvez saiba, sim.

Afixado por amelia em fevereiro 14, 2006 04:07 PM

Estou a tornar-me numa habituée. Gostei muito deste poema. Se eu não fumasse, enchia um cinzeiro com as piras que também me arderam na cabeça.

Afixado por Maria Zinha em fevereiro 14, 2006 06:03 PM

Carlos, tenho recebido os seus haikai e raramente respondo. Agradeço-lhe aqui - duplamente.
Um abraço

Afixado por Soledade em fevereiro 14, 2006 06:06 PM

Olha, Amélia, o poema foi pensado para a Eugénia, essa que vive desencontrada. Mas por fim, já não nos distinguimos, as duas: uns dias em conformidade, outros nem tanto, mas procurando largar a ganga, o acessório. Para quê fingirmos? O mundo não foi feito para pessoas como ela e como eu. Talvez seja chegado o momento de voltar a Ricardo Reis.

Afixado por Soledade em fevereiro 14, 2006 06:13 PM

Vamos tentar, Oscar :)
Um beijo

Afixado por Soledade em fevereiro 14, 2006 06:14 PM

Obrigada, Paulo. Ela vai-se mostrando aqui, a poesia. E depois... enfim, tudo é muito complicado no pequeno país. Mas agradeço o incentivo.
Um abraço

Afixado por Soledade em fevereiro 14, 2006 06:18 PM

Mas «os erros e a fortuna sobejaram...»
Vá lá, Ricardo, todos erramos e fazemos as nossas catarses. Amanhã estará mais claro.
Estou melhor da gripe, obrigada. E a Jade agradece e retribui.
Bj meu para ti, festinha ao Capitão. Fica bem :)

Afixado por Soledade em fevereiro 14, 2006 06:25 PM

Helena, das coisas boas que o acaso me proporcionou, foi, através do Luís, ter-vos (re)conhecido - incluo aqui o Paulo.
Um grande beijo (e saudades). E forças para vencer a distância. As tantas distâncias.
Obrigada por *ler* o poema.

Afixado por Soledade em fevereiro 14, 2006 06:33 PM

Dores, há dias em que é menos difícil e dias em que é muito difícil - refiro-me à escrita. Não sou uma criadora (se assim posso designar-me) em paz com o acto de criar.
Obrigada por vir aqui, ler e falar comigo.

Afixado por Soledade em fevereiro 14, 2006 06:38 PM

Obrigada, Diogo. Sei que és crítico, e fico a pensar que pensarás tu da pessoa atrás do poema. Mas não mo digas! Não aqui :)
Não feches o teu caderno preto. Já to pedi no teu blogue. Que desperdício!

Afixado por Soledade em fevereiro 14, 2006 07:00 PM

Ana Maria, Fernanda, Eliana, agradeço-vos em conjunto - já não sei mais palavras. Excepto que fico feliz de vos alcançar.

Ei, Eliana, mulher de armas!!! Por outras guerras: parabéns!

Afixado por Soledade em fevereiro 14, 2006 07:03 PM

Mariazinha, sinta-se em casa - desde que não fume perto de mim!!!
Obrigada por vir sendo uma habituée :)

Afixado por Soledade em fevereiro 14, 2006 07:05 PM

Lapidar, belíssimo. Valeu a pena esperarmos tantos dias sem lermos nada neste blogue.

Afixado por Helder Guégués em fevereiro 14, 2006 07:25 PM

"tudo reduzido à expressão mais simples", tão difícil, não é? se por um lado na aparência, fácil; por outro ainda tão meticulosamente complicado.
gosto do poema e pensei reconhecer a eugénia. : )
beijos,
silvia

Afixado por Silvia Chueire em fevereiro 15, 2006 04:06 AM

Também sou Mariazinha, Soledade. Em miúda "baptizaram-me" de Zinha, e assim fiquei. Está a imaginar alguém com cara de Zezinha? :-) Já me basta ser Maria José no trabalho. Tenho mesmo de deixar de fumar, estou é a fazer o meu auto-de-fé no "meu cinzeiro".

Afixado por Maria Zinha em fevereiro 15, 2006 11:32 AM

Zinha: se quiser eu digo-lhe como não me foi difícil deixar de fumar...mas para tal, preciso do seu e-mail...

Afixado por amélia em fevereiro 16, 2006 10:36 AM

Helder, muito obrigada, e em primeiro lugar por ter vindo ao Nocturno.

Aproveito para recomendar vivamente, a todos os amigos que amam a língua portuguesa, o blogue do Helder: http://letratura.blogspot.com/
Rigorosa e deliciosamente contra a enxurrada!

Afixado por Soledade em fevereiro 16, 2006 12:13 PM

Certo: Zinha. Se fosse eu, preferia ser Zezinha ou Zé, como a dos "Cinco", mas cada um gere o nome que lhe coube em sorte.

Quanto a deixar de fumar, não tem qualquer dificuldade ou mistério, exigindo um único requisito: desejá-lo, efectivamente.
Boa sorte :)

Afixado por Soledade em fevereiro 16, 2006 12:24 PM

É tudo tão complicado, Silvia... Sim,naturalmente reconheceu a Eugénia:)
Beijo

Afixado por Soledade em fevereiro 16, 2006 02:11 PM

De novo lendo-a em "select all azul" (o céu ao meu alcance? :-) ), e apreciando o poema. O gosto pelo despojamento neste mundo tão cheio de complicações.
Um abraço.

Afixado por M em fevereiro 18, 2006 11:31 AM

Oh Manuela, não consigo resolver o problema! Esperava que a melhoria tivesse sido obra do alojador, mas pelos vistos foi sorte, puro acaso. Na busca de despojamento, este blogue anoitecerá de vez, ou então mudará, quando/se houver tempo. Talvez então eu consiga que ele seja legível no netscape.
Um abraço!

Afixado por Soledade em fevereiro 19, 2006 10:25 PM

Um Poema assim, simples, visual, poderoso em significado, como se alguém nos chamasse a atenção para o essencial, será que aconteceu um suicídio?

Parabéns Soledade e um beijinho

Afixado por Sónia Q. em março 23, 2006 02:49 PM