Eu também não votei neles, tal como a maioria da população não votou. Afinal, este problema (e outros) resolviam-se muito bem se houvesse democracia (respeito pelas opções de cada um). Não interessa quem votou, estão no seu direito. Interessa, isso sim, quem não quis votar, neste, nem naquele, ou no outro, e têm esse direito e também são "gente".
Afixado por Biranta em fevereiro 20, 2006 01:00 PMCara amiga, o meu único objectivo na pergunta é apenas a de pessoalmente demonstrar que não me sinto nem arrependido, nem responsável pela escolha e obviamente não está qualquer sentido critico detras da pergunta visto as pessoas serem livres de escolherem ou não a força política que muito bem entenderem.
Afixado por congeminações em fevereiro 20, 2006 07:34 PMCaro Raúl! O meu único objectivo, ao fazer o reparo é APENAS demonstrar que o problema não está nos que exerceram os seus direitos de votar como entenderam, mas no facto de termos um sistema eleitoral vigarista qque exclui os abstencionistas e os seus direitos, atribuindo maiorias, falsas, a quem as não conquistou. Se "isto" é uma democracia, então que o seja, realmente, que se respeite a "vontade" da maioria. A "vontade" da maioria não está com a eleição deste governo, o que transforma os seus actos em ilegítimos... Em Democracia, cada um pode optar como entender que, desde que se respeite a vontade da maioria, não vem mal ao Mundo por isso... O que me parece errado é "a gente" inverter a lógica das coisas, apenas porque teimamos em "ignorar" e "esquecer" as questões essenciais da democracia, compactuando com a vigarice. A VIGARICE é que tem de acabar. Quando isso acontecer, resolvem-se todos os nossos problemas. A voigarice não acaba se passarmos o tempo a contemporizar com ela, invertendo a lógica das coisas, para isso...
Afixado por Biranta em fevereiro 21, 2006 01:19 PM