relativamente ao vento fico sempre dividida entre o A. Caeiro e o Ruy Belo que diz "Naquela tarde quebrada, contra o meu ouvido atento,eu soube que a missão das folhas era definir o vento". Agora tenho o som do teu vento prenhe de segredos. Parabéns pelo blog tão lindo. Caricias à Jade
Afixado por mercilia em março 20, 2006 02:34 PMbelo. um olhar agora que é sempre!
Afixado por mendesferreira em março 20, 2006 09:08 PMComo diria Herberto Hélder, "E o poema cresce tomando tudo em seu regaço." – boa definição desse momento em que a poesia faz esquecer "a hora em fuga"... Beijo pela data, poeta.
Afixado por adelaide em março 21, 2006 01:54 AM...Uma memória de árvores. ãhãh! ...Ia dizer belo, mas seria pouco original.
PCosta
Ponho aqui um braçado de flores, daquelas mais miudinhas, das que crescem onde lhes apetece e um beijo.
Afixado por zef em março 21, 2006 12:32 PMMercília, a Mercília que um dia deu voz e corpo aos poemas de "4Poetas da Net"? :) Obrigada. É um prazer reencontrarmo-nos...ao som do vento.
A Jade agradece. E eu também
Mendes Ferreira [que só agora descobri é uma ela :-)], falamos do tempo, sempre do tempo.
Obrigada, um abraço
Adelaide, e como nós vamos sabendo cada vez mais da "hora em fuga"! Beijo para si também, amiga, neste Dia da Poesia, neste dia em que mudam as nossas estações. Que a poesia nos una!
Afixado por Soledade em março 21, 2006 04:33 PMPaulo, o teu planalto, as minhas árvores, memórias. Obrigada!
Contamos contigo dentro de 1 hora. Se qures receber o euro que te devo... :)
Muito obrigada, Zef, gosto dessas flores. Feliz equinócio da Primavera.
Um beijo
Da utilidade do vento!
Beijinho de primavera para si e para a Jade que não deve ter abusado da varanda, suponho :)
« e vibra
a alegre conversação das folhas. »
Este SEU verso, pela sensibilidade com que "vê" e "canta", vale muitos dos versos dos poetas "consagrados" aqui referenciados. Sabe como aprecio a verdade e simplicidade do seu sentir - logo- do seu escrever ; e como ele me toca. Vá ao "Matebarco", pois deixei lá uma braçada de flores de primavera que, com a ajuda do seu vento talvez tenham espalhado o seu perfume. São para si também !
Beijos.
Lindo seu blog, belas imagens e poesias! Um beijo!
Afixado por Manoela Afonso em março 22, 2006 04:31 AMTem o seu quê de zen este poema tão bonito. Repouso nele, eu que daqui não vejo árvores nem ouço o vento... Se calhar é dos meus olhos, cegueira grave :( Um beijo
Afixado por Maria Zinha em março 22, 2006 10:11 AMGosto das árvores,das que vejo e sobretudo das que já não vejo. E também gosto da conversação das folhas.E gosto do poema que, não sei porquê, me fez "viajar" no tempo.:)
Afixado por Ana Gil em março 22, 2006 05:59 PM...pois é...andamos, estamos nisto...seres aérios que sentem o vento e sentem ternamente o pó efémero e mais a linguagem das folhas...ter as arvores e um peito e luz e um corpo que sente tudo isto...parabéns pela "simplicidade" do teu poema..
Abraço
Morfeu
muita saudade
Afixado por Adair em março 24, 2006 11:56 PMNão, Manuela, a Jade está demasiado reverenda para abusar da varanda, e normalmente prefere o lado de dentro, espapaçada ao sol sem vento filtrado pelos vidros.
Feliz Primavera para si também :)
Fernanda, sempre a incentivar-me à escrita, obrigada! Tem sido tão difícil ir ao Matebarco (ou ao meu Chelsea Hotel), está tão lento o Multi. Mas lá irei em busca do aroma das flores que perfumem esta amarga primavera.
Um beijinho
Manoela, muito obrigada. Desejo-lhe boas navegações entre palavras e imagens. Belo Diário de Bordo, o seu!
Maria Zinha, acho que sim, que um lado zen (ou o cansaço de bater em vão nas grades da condição e das contingências) aflora de quando em quando. Lamento que não tenha árvores aí. Busquemo-las então na memória - e elas acorrem: os choupos, os amieiros, os pinheiros, os carvalhos, os castanheiros, os sobreiros... Cada um tem as suas.
Um abraço
Ana Gil, fiquei a pensar nisto que escreveu: «Gosto das árvores, das que vejo e sobretudo das que já não vejo.» A pensar nestes tempos que convergem, nas memórias que o vento chama, e a que as árvores dão voz.
Um beijinho, bom fim de semana
Olá, Morfeu.
Acho que tens razão, o segredo é essa aceitação "terna", como dizes, do "pó efémero", e o sermos gratos pelas árvores, a luz, o vento, por quanto quanto vive connosco. Obrigada pelas palavras de apreço e pela sensibilidade do teu comentário.
Um abraço
Também tenho saudades, Adair. A vida anda tão complicada... Não tenho tido tempo útil nem psicológico para muito mais além do trabalho e de esporádicas trocas no Nocturno. Até escrever poesia se tornou difícil. Mas tenho saudades de uma boa cavaqueira e de um belo arranca rabos no bar mineiro. Onde você também não tem ido. Irei à sua procura onde sopra o vento :)
Beijo grande, meu amigo
"De todos os sítios da lembrança" acode também o que resta dos sonhos, e o "corpo imediato" recusa este presente; que fazer senão ir lançando a semente da recusa nos novos corpos que se estão criando?
Gostei.
Tive saudades de vc passar por lá. Mas tinha saudades de vir aqui. Este poema, quase um oposto ao meu, sorri.
Beijos,
Silvia
Obrigada, Paula, bom domingo!
Afixado por Soledade em março 26, 2006 12:41 PME eu tinha saudades de ir lá :) Tão bonito, aquele seu poema. Quase oposto, sim. Mas em ambos a reacção possível a esta coisa que nos inquieta, a busca do sentido, às vezes aceitando, às vezes lutando, às vezes desistindo. E às vezes dentro, e às vezes fora de nós...
Beijo
O poema, como um todo, me encanta, mas os dois versos finais, falam-me de uma maneira especial.
Um beijo daqui, Sol.
Afixado por Márcia em março 27, 2006 06:08 PMsempre a simplicidade da palavra iluminada ilustrativa de uma emoção... que bem que sabe ter tempo... para apreciar o que escreves... :)
Afixado por emn em março 29, 2006 05:16 PMObrigada, Márcia. E trocámos de novo as "marés" das nossas estações: um beijo desta primavera a Norte, para o seu Sul.
Afixado por Soledade em março 29, 2006 09:26 PMÉ bom ter tempo, Eliana. E é bom "sentir-te" desse lado :)
Beijinho
Já foi tudo dito:no dia da poesia, cá-tempo da frol -;no meu caso, lá era o início do outono.Tudo para dizer que, afinal, as palavras do poeta,essas, não as leva o vento.Claro que gostei muito, Sol!
Afixado por amélia em março 31, 2006 01:13 AM