gostei deste texto. e do poema da natália.
era para escrever um texto com alguns pontos de contacto com o que a claudia medeiros escreveu.
Como é que só encontrei este blog agora? Uma bela iniciativa, para aqueles que, como eu, são devoradores de leitura 'gótica'.
(Já me andei a deliciar com Nietzsche e Poe :D)
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Afixado por Framboise em abril 15, 2006 01:34 AMConvite
Eis que surge do breu, insignificante mariposa
Rasga com seu vôo a estática serenidade da noite
E você sem piedade rasga com tuas garras meu ego
Meu grito de dor já não mais assusta e nem traz piedade
Sinto-me liberto desse ódio, que fisga em meu peito
E caio em profundo disparo, rumo ao seu corpo
Que me arrasta pro escuro do mundo, sem mundo talvez
Prende-me a teus gritos de medo e de dor, me pede
E assim mesmo não me deixa opção
De escolha de morte, me afunda na infinda morada
E descarta meu vôo, pra no seu amargar
A escolha que um dia não fiz
Ronnie