Gostei...da chuva, dos amantes sem história em fim de tarde...Beijo por este poema lido pela manhã.
Afixado por amélia em julho 6, 2006 09:49 AMPoema belo que recupera o o "tempus" dos bilhetes postais.
Afixado por hfm em julho 6, 2006 03:58 PMObrigada por este gostoso postal ( não ilustrado ).
Aqui se demonstra que uma imagem NÃO vale mais que muitas palavras! Não foram precisas muitas para me fazerem ver tantas coisas.
Bjs.
Afixado por fernanda s. m. em julho 6, 2006 05:13 PMgostei...:)do bilhete todo que leio neste fim de tarde sem cirros e sem devaneios. Ainda bem que aqui venho sonhar e ler poema bom com som e cores.
Beijo Soledade
A sua poesia é como boa música. Quanto mais se "ouve", mais se gosta. Anda com veia e eu na contra safra :(
Afixado por Nuno Dempster em julho 6, 2006 11:27 PM:)
(deixo só um sorriso... o que fiz quando senti o macio som da chuva...)
"... a paisagem pueril/dos amantes sem história." retratada de forma belíssima, neste "Bilhete Postal II".
Fui procurar/recordar o outro "Bilhete Postal", que é também um belo poema.
Seduzido pelo poema. Pela simplicidade do "rito". Trago aqui o rito por ter ido reler outro Bilhete Postal (de há dois anos, menos um dia...). Por causa da raposa.
Beijos. Bom descanso.
trazes a quem te lê
a magia das ideias simples
que ao longo dos tempos
nos injectam
vida
bj * cpfeio
Obrigada, Amélia. Os amantes sem história serão quase todos, penso eu, gente anónima vivendo um dia após outro e tomando-se parte das coisas luminosas que restam no mundo.
Afixado por Soledade em julho 9, 2006 03:35 PMAcaba-se o tempo dos bilhetes postais, hfm. Estamos mal, nós que gostamos deles. Mas agora todos os "cidadãos" (o que quer que isso seja) terão uma caixa de correio electrónico nos ctt do país virtual.
Um abraço
Eu é que agradeço, Fernanda. Também por lembrar que por detrás desse aforismo se esconde uma mentalidade redutora - a da da "fast leitura", seja da palavra seja da imagem. E fico a pensar no nosso amigo Cesário Verde que pintava quadros com letras.
Um abraço
Nuno, essa expressão - "contra safra" - trouxe-me lembranças do tempo em que chegávamos à rede, haverá 6 ou 7 anos, éramos "newbies", como se dizia então, e as mailinglistas estavam no seu apogeu. Bons tempos! Quem costuma andar em contra safra sou eu. A sua deve ser breve :)
Obrigada pela apreciação.
Obrigada pelo sorriso, Eliana. Um para ti, aqui do Oeste :-)
Afixado por Soledade em julho 9, 2006 04:01 PMA Ana, foi ver o Bilhete I? Faz-me sorrir. Obrigada pela atenção.
Um beijinho
Anita (para distinguir da Ana Gil), os poemas de devaneios são para ser lidos (e escritos) em dias sem devaneios. Digo eu. Em "grego" :)~
Um bj
Os ritos, sim, Zef. Marcar as pequenas balizas pessoais. Pueris. Que mais nos pode vestir contra o frio da intempérie a dureza do Mundo e do Tempo?
Beijos para todos, aí.
Fico contente por leres assim o poema, Carlos.
Bj e saudades