Normalmente a Agência Lusa é a "musa" inspiradora de muitos jornalistas portugueses e já não é a primeira vez que se verifica este tipo de situação.
Em Portugal já tivemos o caso daquela senhora que copiava e traduzia para português artigos de um articulista americano e que os fazia publicar numa revista portuguesa, de "jornalismo de referência", como se fosse a sua autora.
E todos nós engolimos a peta, na maior, até que houve alguém que lhe descobriu a "careca".
Eu própria, já vi partes de alguns dos comentários que faço, em vários sites, ser utilizadas por outras pessoas, como sendo da autoria das mesmas.
Os direitos de autor em Portugal, sobretudo daquilo que se produz a título de "carolice", nunca estarão devidamente acautelados porque a legislação que existe é muito permissiva.
E quem pensa a Florbela que é?
Uma grande autora de comentários em sites copiada por gente sem princípios?
Alguém quer saber das vulgaridades com que inunda os blogues?
E onde se pagam os direitos de autor à escriba Florbela?
Haja paciência!
Alguém aqui, enfiou a carapuça.
E pelos vistos as minhas "vulgaridades" não são assim tão vulgares, porque incomodam ao ponto de merecer comentários corrosivos.
Apesar de o Dizer Bem não ser um chat, é engraçado verificar a animosidade com que certas pessoas comentam comentários de comentários. Isso só denota falta de discurso e de imaginação.
"Falem mal de mim, mas falem de mim".
Afixado por Florbela Alves Pereira em julho 22, 2006 11:10 AMA citação "Falem mal de mim, mas falem de mim", pertence à poetisa Natália Correia.
Pouca gente sabe isso e eu esqueci-me de referir esta "vulgaridade", no anterior comentário.
A Florbela pode estar descansada que não incomoda nada.
O que por aqui diz não interessa nem ao menino Jesus. Eu é que estava com algum tempo disponível e resolvi perdê-lo consigo.
Quanto ao falem bem ou mal mas falem, não é da Natália Correia coisa nenhuma. É muito anterior aos desinteressantes ditos da poetisa assim-assim. mas não sou eu que lhe vou dizer quem foi. Vou deixá-la acompanhada da sua imensa ignorância.
De vez em quando aparecem os tais que não sabem estar entre os demais, como muito bem disse o Senhor Jorge Santos, do Dizer Bem, em anterior post.
Que eu saiba, a minha pessoa nunca foi posta aqui em equação neste blog, para justificar a animosidade e os comentários muito pouco urbanos de que tenho sido alvo, por parte deste Senhor Carlos Dias. Não o conheço de lado nenhum e por isso mesmo não lhe outorgo qualquer direito de se me dirigir, como se tivesse andado na escola comigo.
Se tem algum tempo disponível, como diz, não o perca comigo e aproveite-o para tirar umas lições de urbanidade e civilidade, porque a sua atitude e o seu comportamento, deixam muito a desejar.
Quanto a Natália Correia, foi ela quem adaptou a frase de Winston Churchill para português e a difundiu em Portugal, pois em inglês, não tem a mesma entoação.
No que respeita à minha "imensa ignorância", folgo muito em saber que o Senhor Carlos Dias é um poço de virtude e de sabedoria, quiça um iluminado.
E quanto ao que aqui digo, não interessar nem ao Menino Jesus, o Senhor faz-me lembrar aquelas pessoas que dizem abominar telenovelas, mas que acabam sempre por saber a história de todas elas.
Tenha cuidado, não morda a língua, porque pode morrer envenenado.
"Magis dixit quam voluit"
Afixado por Florbela Alves Pereira em agosto 2, 2006 09:50 PMA Flobela não pode decidir sobre a forma como as pessoas se lhe dirigem. Quanto à imensa ignorãncia (sem aspas) está confirmada.
Quanto aos comentários urbanos e pouco urbanos, é para rir, não é?
Apesar de tudo, continue. Não incomoda nada, mesmo nada.