Comentários: Há Dias

Eugénio de Andrade nos dá balsamos à alma. O ler é briza freca com aroma a alecrim ou mangerona...

Afixado por eiichi em julho 25, 2006 11:02 AM

Sim, eiicchi, o Eugénio reconforta-nos sempre, restitui-nos sempre algo da frescura primordial, apesar do "lixo do mundo".

Afixado por Soledade em julho 25, 2006 04:54 PM

Espero bem que consiga durar mais um pouquinho o sorriso, apesar do lixo do mundo. Bom o Eugénio a passear na varanda do seu Nocturno...
Beijo

Afixado por ana assunção em julho 25, 2006 10:49 PM

Olá, Ana. O Eugénio tem lugar cativo nesta varanda. Ele dá-nos luz. Só lhe mudei a imagem, mas é ainda uma ilustração do Ângelo de Sousa.
Uma boa noite, um beijinho

Afixado por Soledade em julho 25, 2006 11:14 PM

Que belo poema!

Afixado por Astrophil em julho 25, 2006 11:46 PM

Olá, Astrophil. Saudades:-)
Não conhecias este?
Bj

Afixado por Soledade em julho 25, 2006 11:51 PM

Lembrei-me da menina que fui... que bom que foi.
Não conhecia este poema. É um doce.

Afixado por dores em julho 26, 2006 12:47 AM

Podemo-nos divertir com as crianças que são, que fomos e que ainda somos se quisermos buscar fundo - podemos encontrar graça e alegria, mesmo no meio de coisas sérias.
É tão bom poder lê-lo aqui também, trazendo-nos, desta vez, os lugares do lume.

Afixado por sete-sóis em julho 26, 2006 04:14 AM

oooooooppppppssssssssss! a culpa foi do programa, peço desculpa!

Afixado por sete-sóis em julho 26, 2006 04:18 AM

Sete Sóis - que entusiasmo esse!-:)
Um beijo da
Amélia

Afixado por amelia em julho 26, 2006 08:57 AM

Não faz mal, sete-sóis, a tua alegria é bem vinda! :)
Deixemos as coisas cinzentas. Bom festival e muitos dias de luz e azul para ti
Beijinho

Afixado por Soledade em julho 26, 2006 11:35 AM

Nada mais a acrescentar depoisdo belo comentário de sete-sóis, que , por ser belo e sete, falou, pelo menos sete vezes, por todos nós. Por mim, assino por baixo.
Abraço.
f.s.m.

Afixado por fernanda s.m. em julho 26, 2006 01:54 PM

... e, à medida que o tempo avança, mais apetece ir à varanda ver crianças correndo alegrias que também sinto minhas em sóis já distantes ...
"e um sorriso (...) dura ainda".
Belo, Sol, este poema do Eugénio!
Beijo

Afixado por António em julho 26, 2006 04:10 PM

"E dura, dura ainda." é bom não esquecermos, Soledade.

Afixado por hfm em julho 26, 2006 06:46 PM

Dores, fico contente. Que bem nos sabe (e nos faz)lembrar a infância!
Um grande beijinho e boas férias, que as sinta longas, como quando éramos crianças. Longas e reparadoras, porque outro ano lectivo muito complicado nos aguarda.

Afixado por Soledade em julho 27, 2006 12:55 AM

Fernanda, o sete-sóis tem essa graça: é muito jovem, mas foi tocado pela luz. Falou pelo menos sete vezes, é verdade, mas eu apaguei seis falas, deixei a sétima - o número perfeito.
Um beijo

Afixado por Soledade em julho 27, 2006 12:58 AM

António, revêmo-nos imensamente no Eugénio. É boa, esta partilha.
Um beijo

Afixado por Soledade em julho 27, 2006 01:00 AM

hfm, pode durar, às vezes como uma construção mental que nos defenda do frio e da fealdade do mundo, mas dura, sim, alguns conseguem que lhes dure o sol da infância a vida toda.
Bj

Afixado por Soledade em julho 27, 2006 01:03 AM