Pois...a concentração de emoções - e o pardal na janela.Nunca vem fora de tempo a advertência.Um beijo
Porque é que o amor é " um estado de concentração diabólica"?
Não concordo!
Pode ser o contrário.
Soledade, sou de poucos comentários, mas acompanho aquilo que escreve há algum tempo e, indo directo ao assunto, como sói dizer-se, sinto que há como que uma turfa germinando e, de vez em quando, as sementes ocultas dão-nos olhares incrustados de pérolas... uma relação com as coisas um pouco como um jardineiro que desliza, umas vezes, outras envolve, as suas rosas, neste caso em poesia.
Perdoe o atrevimento, mas embora pontuado de grandes silêncios, vêm-me de quando em quando à superfície estes "fósforos", muito aquém, por certo, do que mereceria...
As minhas saudações.
eis o amor revelado por dentro,
que o teu olhar soube sentir, como poucas vezes vi.
Belo, belo demais!
achei o poema uma maravilha. a percepção da sombra do amor. um abraço
Afixado por virna em setembro 10, 2006 10:00 PMPerfeito este poema, Soledade! Independentemente de o amor ser um estado de concentração diabólica ou paradisíaca (que também é :), o poema está perfeito.
Pensar o amor originalmente não é fácil.
Quem me dera tê-lo escrito...
Beijos,
De facto! =P
Afixado por L. em setembro 11, 2006 07:31 PMQue poema lindo! A música é perfeita. E só tão suavemente se pode dizer o que diz, acho.
O poema, e os comentários (sempre tão interessantes no nocturno), fizeram-me lembrar o filme "a praia" (não li o livro): o paraíso é o diabo! :-)
Muito obrigada, Amélia, Douglas, Virna. Virna, há quanto tempo!
Um abraço a todos
João, fizeste-me rir :-) Gostava que me dissesses as razões da tua discordância. Por mim, só te digo que este "diabólica" não siginificará forçosamente demoníaca, pode ser uma forma de superlativação, como quando dizíamos de algo que era "bestial".
Sabes, gostei de usar o coloquialismo, e tenho noção da ambiguidade da leitura. Como não hei-de sorrir com o teu "Não concordo!"
Um abraço
Carlos, nós "conhecemo-nos" há algum tempo, desde o Legendas & Etc. Fico lisonjeada, fico sobretudo alegre, como quem fica quem escreve sem outro fito além deste. Os silêncios também são impressivos. Eu leio "Sob(re) a Pálebra da Página" há um ano e julgo só me ter manifestado uma vez.
Obrigada!
Um abraço.
Pensar o amor nunca é fácil, há talvez que vê-lo de fora ou de longe. Quanto a desejar ter escrito o poema, ora, Sílvia! Você tem dezenas de reflexões líricas sobre o tema.
Um beijo, minha amiga, e até breve :-)
Sete-sóis, gosto muito quando tu gostas de um poema meu. E achei curioso trazeres à discussão "A Praia": de facto, o paraíso pode tornar-se no inferno ou na sua antecâmara.
E lembrei-me de uma anedota que o Asimov (agora ninguém vai perceber a que propósito vem Asimov, rs!) costumava contar, numa convenção anual de escritores de literatura de antecipação, sobre o conceito de paraíso para um inglês, um francês e um russo. Se calhar até já ta contei. Se não, conto 5ª feira. Vens ao Encontro, não vens?
Beijinho
E eu diria mesmo mais, L.
Ass: Dupond :-)
Gosto muito mais dos seus poemas do que transmito, e de muitos mais também.
Vou ao encontro, sim, e não conheço a anedota, por isso vou aguardar.
Quanto ao paraíso, esperemos contribuir para a sua construção um pouquinho em cada lugar por onde andamos, que deixamos e onde voltamos.
Como os seus poemas fazem.
Olá Soledade!
Não será nada original o meu comentário, mas aqui fica: o poema é lindo! Gostei muito e do da entrada anterior também. Continua a ser muito gratificante visitar o "Nocturno".
Olá, Ana, sei que tem dado belas caminhadas :-) É bom ter notícias suas.
Obrigada e um beijinho
este um poema-tipo representativo de versos que nos aproximaram, já vão uns anos...bj c.
O pequeno poema provocador? :-)
É verdade, Carlos, já lá vão uns anos.