Comentários: Advertência tardia

Pois...a concentração de emoções - e o pardal na janela.Nunca vem fora de tempo a advertência.Um beijo


Afixado por amelia em setembro 10, 2006 12:21 AM

Porque é que o amor é " um estado de concentração diabólica"?
Não concordo!
Pode ser o contrário.

Afixado por João Norte em setembro 10, 2006 03:14 PM

Soledade, sou de poucos comentários, mas acompanho aquilo que escreve há algum tempo e, indo directo ao assunto, como sói dizer-se, sinto que há como que uma turfa germinando e, de vez em quando, as sementes ocultas dão-nos olhares incrustados de pérolas... uma relação com as coisas um pouco como um jardineiro que desliza, umas vezes, outras envolve, as suas rosas, neste caso em poesia.
Perdoe o atrevimento, mas embora pontuado de grandes silêncios, vêm-me de quando em quando à superfície estes "fósforos", muito aquém, por certo, do que mereceria...
As minhas saudações.

Afixado por CSA em setembro 10, 2006 03:42 PM

eis o amor revelado por dentro,
que o teu olhar soube sentir, como poucas vezes vi.
Belo, belo demais!

Afixado por douglas D. em setembro 10, 2006 06:37 PM

achei o poema uma maravilha. a percepção da sombra do amor. um abraço

Afixado por virna em setembro 10, 2006 10:00 PM

Perfeito este poema, Soledade! Independentemente de o amor ser um estado de concentração diabólica ou paradisíaca (que também é :), o poema está perfeito.
Pensar o amor originalmente não é fácil.
Quem me dera tê-lo escrito...

Beijos,

Afixado por Silvia Chueire em setembro 11, 2006 11:28 AM

De facto! =P

Afixado por L. em setembro 11, 2006 07:31 PM

Que poema lindo! A música é perfeita. E só tão suavemente se pode dizer o que diz, acho.
O poema, e os comentários (sempre tão interessantes no nocturno), fizeram-me lembrar o filme "a praia" (não li o livro): o paraíso é o diabo! :-)

Afixado por sete-sóis em setembro 11, 2006 08:14 PM

Muito obrigada, Amélia, Douglas, Virna. Virna, há quanto tempo!
Um abraço a todos

Afixado por Soledade em setembro 11, 2006 09:57 PM

João, fizeste-me rir :-) Gostava que me dissesses as razões da tua discordância. Por mim, só te digo que este "diabólica" não siginificará forçosamente demoníaca, pode ser uma forma de superlativação, como quando dizíamos de algo que era "bestial".
Sabes, gostei de usar o coloquialismo, e tenho noção da ambiguidade da leitura. Como não hei-de sorrir com o teu "Não concordo!"
Um abraço

Afixado por Soledade em setembro 11, 2006 10:10 PM

Carlos, nós "conhecemo-nos" há algum tempo, desde o Legendas & Etc. Fico lisonjeada, fico sobretudo alegre, como quem fica quem escreve sem outro fito além deste. Os silêncios também são impressivos. Eu leio "Sob(re) a Pálebra da Página" há um ano e julgo só me ter manifestado uma vez.
Obrigada!
Um abraço.

Afixado por Soledade em setembro 11, 2006 10:30 PM

Pensar o amor nunca é fácil, há talvez que vê-lo de fora ou de longe. Quanto a desejar ter escrito o poema, ora, Sílvia! Você tem dezenas de reflexões líricas sobre o tema.
Um beijo, minha amiga, e até breve :-)

Afixado por Soledade em setembro 11, 2006 10:52 PM

Sete-sóis, gosto muito quando tu gostas de um poema meu. E achei curioso trazeres à discussão "A Praia": de facto, o paraíso pode tornar-se no inferno ou na sua antecâmara.
E lembrei-me de uma anedota que o Asimov (agora ninguém vai perceber a que propósito vem Asimov, rs!) costumava contar, numa convenção anual de escritores de literatura de antecipação, sobre o conceito de paraíso para um inglês, um francês e um russo. Se calhar até já ta contei. Se não, conto 5ª feira. Vens ao Encontro, não vens?
Beijinho

Afixado por Soledade em setembro 11, 2006 11:11 PM

E eu diria mesmo mais, L.
Ass: Dupond :-)

Afixado por Soledade em setembro 11, 2006 11:13 PM

Gosto muito mais dos seus poemas do que transmito, e de muitos mais também.
Vou ao encontro, sim, e não conheço a anedota, por isso vou aguardar.
Quanto ao paraíso, esperemos contribuir para a sua construção um pouquinho em cada lugar por onde andamos, que deixamos e onde voltamos.
Como os seus poemas fazem.

Afixado por sete-sóis em setembro 12, 2006 01:20 PM

Olá Soledade!
Não será nada original o meu comentário, mas aqui fica: o poema é lindo! Gostei muito e do da entrada anterior também. Continua a ser muito gratificante visitar o "Nocturno".

Afixado por Ana Gil em setembro 12, 2006 07:58 PM

Olá, Ana, sei que tem dado belas caminhadas :-) É bom ter notícias suas.
Obrigada e um beijinho

Afixado por Soledade em setembro 13, 2006 03:42 PM

este um poema-tipo representativo de versos que nos aproximaram, já vão uns anos...bj c.

Afixado por peres feio em outubro 1, 2006 09:19 AM

O pequeno poema provocador? :-)
É verdade, Carlos, já lá vão uns anos.

Afixado por Soledade em outubro 1, 2006 10:52 AM