Reafirmo:
Gostei deste teu poema,como sempre gosto - e penso que coração nómada, que «nasceu livre», como disse outro [celebrado poeta] de cujos versos não gosto tanto como dos teus,«não se pode acorrentar».Tem asas, como dizes noutro poema - em Respiração :
«Enchem-se as mãos de asas, são para ir.»
Vamos, pois!Intimoratos...
Afixado por amélia em setembro 13, 2006 08:47 AMUma interpelação tão à sua maneira. Bela!
Beijo
Então não haveria de alembrari? Alguém terá a coragem do 2ºacto?...
Muito belo e saudavel e bom o teu poema...
Morfeu/F
Afixado por morfeu em setembro 14, 2006 01:00 AMSerá que nos lembramos, mesmo? Tanto tempo passou e teceu laços, bem pesados alguns, e nós criámos musgo e alimentámos receios. E ilusões de liberdade.
Coragem para o segundo acto? Esperemos que sim. Mas pensando que bom seria atirar o lastro todo para trás das costas e regressar à estrada.
Obrigada aos três.
Bom sábado.
Ai não que não lembro! Livres, valentes e alegres (e um bocadinho tontas) e não tinhamos quase nada nem sentíamos falta.
Antes de voltares à estrada com teu saquinho de patchwork tens de fazer um novo, reforçado, onde caiba esta gata =)
Para tua informação, ela está um bocadinho mais magra. Não se nota muito, mas está.
Afixado por Soledade em setembro 16, 2006 11:51 PMQuando o coração é nómada!...a cabeça também não para.
Bonito o poema.
Obrigada João.
Um abraço
P.S.: Estou em dívida contigo, uma correria, a vida... corro, mas, ao contrário do tempo evocado no poema, agora não saio do mesmo sítio:(
Afixado por Soledade em setembro 21, 2006 02:51 PM