A poesia e o amor duram enquanto não acabam; abrir a janelita dos coments e o nocturno é uma prova de paciência; tu estás de saco cheio, e eu estou a ver que isto acaba mal.
Afixado por L. em dezembro 12, 2006 02:51 PM«Los ojos de la ausencia
están llenos de lluvia, de paisajes helados y sin árboles.»
Xavier Abril
Afixado por Pedro em dezembro 12, 2006 10:11 PMDe repente, apetece contrariar isto. Não sei se é preciso cantar de amor "literariamente", como fala Caeiro dos pastores de Vergílio. O amor é belo e antigo. Há sempre bocadinhos dele na Natureza(asim com maiúsculas à maneira de Caeiro)que também "é bela e antiga"(também à maneira de Caeiro). Se calhar, isto não tem nada a ver, mas achei e, pronto, não me apetece apagar, pronto:)
Beijos e noite descansada.
e a poesia e o amor são da vida, logo...
se me é permitido um comentário "mood" ao 1º comentário:a madeira da janelita inchou com o muito pessoal a abrir e fechar , acho que é por isso a demora grrrraaaande! :)
bjo
A poesia se calhar dura mais...
Afixado por vague em dezembro 13, 2006 09:50 PMZef, nada é mais enfadonho do que uma dor de garganta. O amor literário não resiste a uma dor de garganta. Hoje estou mais Caranguejola do outra coisa. Quanto ao mais, o Zef está proibido de apagar comentários neste blogue.
Pronto para se tornar um blogueiro? Não me esqueci da nossa conversa no fim de semana: já pensei numa casinha para si. Diz que sim?
Bjs e saudades para todos
Afixado por soledade em dezembro 13, 2006 09:55 PMPois, L, a tua clarividência nunca cessa de me surpreender!
Obrigada, Pedro. Adorei o poema, a citação. Constatamos, mas já não sabemos o caminho de regresso. Ensaiarei talvez a tradução.
Afixado por Soledade em dezembro 13, 2006 10:07 PMAnita, hoje tinha um envelope vermelho na minha caixa de correio. Volta-se a casa depois de quase 12h de escola e tem-se um envelope vermelho na caixa de correio e letras de verdade que uma mão verdadeira escreveu numa folha de papel com substância. Isso é vida, afecto, alegria, presença atenta.
Obrigada, minha amiga :)
Um beijinho
vague, tens coisas tão bonitas na tua marée haute!
O Amor e a criação poética, filhos do caos, inconstantes ambos - "on les subit", como dizem os franceses.
Veremos, veremos, Soledade...Gostaria, mas temo ficar de casa vazia...Quero ter sempre alguém por perto, ainda que só olhe!
Beijos
E terá sempre alguém por perto, Zef. Eu não deixaria de o visitar e outros que conheço (e muitos que não conheço, também iriam). Uma casinha muito aconchegada. Mas vem-me outra ideia: vamos fazer uma comunidade? Que diz? Diga que sim! Sem obrigações, ao sabor do mood, uma casa de amigos. Vá pensando, que eu volto a isto em pvt.
Um beijo