Comentários: Envelope 10

Triste história a de Mrs. Arroz. Instigadora de políticas atentatórias dos da sua raça (pensando bem, de todas as raças), servil caucionadora do infra-humano bebedolas do Texas, defensora dos genocídios que o patrão vai decretando em todo o mundo. Não é uma mulher digna de História. Não é uma mulher, sequer (coisa que a Lewinsky era, afinal). É uma coisa. Um monstro, certamente.

Afixado por José Luta da Silva em setembro 25, 2006 12:27 PM

O que é que a gaja tem na mão? Só aceita "coisinhas" daquele tamanho (pilinhas de gato)? Está a precaver-se, mas, de qualquer maneira, as fuças não enganam: as minhas condolências, Condolleza, és uma refinada patife! Quase tão refinada como o teu chefe, cuja dita, deve ter servido de amostra nessa foto!

Afixado por Zás-Trás-Pás em setembro 25, 2006 02:12 PM

De facto, o objecto que a tipa tem na mão é intrigante. O que será e o que quererá ela dizer com aquilo?
Dada a referência à Mónica, poderá ser: "só chupo coisas deste tamanho";
Dada a ligação da Rice ao Georgeginho, poderá significar: "a dele é deste tamanhinho";
Dado o facto de ambos serem mentirosos, poderá ser: "só mandamos bombas pequenininhas";
Dado o facto de ser americana, poderá significar: "os militares americanos não a têm maior que isto".
Ou então, a falsa celibatária passou-se, descobriu o que é bom e está, simplesmente, a bramar: "estou farta destas coisas minúsculas! Não há aí um portuga que me faça o jeito com uma ferramenta como deve ser?".
Envie-se a mensagem, urgentemente, para os soldados portugueses que estão a gastar o nosso carcanhol no Afeganistão!

Afixado por O Desbocado em setembro 25, 2006 02:25 PM

Repararam que o objecto da story dela parece que tem um chapelinho? Cá para mim, não passa de uma camisa de vénus made in USA, para lésbicas, gays e militares americanos. Naturalmente, testada pelo cão do Bush quando estavam os dois a brincar um com o outro no jardim da Casa Branca...

Afixado por Nadigo Nada em setembro 25, 2006 02:32 PM

E aqueles pézinhos arredondados são o quê? Raios partam a mulher que foi arranjar um objecto bué de esquisito! Aquilo tem que ter um significado qualquer, porra! Será um ET em miniatura que a NASA tem escondido? Ou um das Caldas que o Tio Cavaco lhe ofereceu na sua infinita graça? Ou será o cerebrozinho do menino Bushinho com um chapéu à cowboy? Será a broca do berbequim que ela se dispôs a usar para furar as teias de aranha acumuladas? Hipótese final: a foto é um simples anúncio àqueles tampões com cordelinho que a senhora usa.

Afixado por Bocas e Línguas em setembro 25, 2006 05:02 PM

o ISCO 11/9 [TEXAS labium stick]
cada um "FALO_a" daquilo que ...ode!!!

Afixado por cipriano em setembro 25, 2006 05:26 PM

Azar o dela não ser a Mónica! Essa ao menos fez umas coisas que a Srª Arroz - com aquela dentuça - não deve ter habilidade para fazer e ganhou uma pipa de massa com o escândalo na Bill's White House, o que não é propriamente dinheiro sujo de sangue, ganho a promover matanças... Cada um(a) tem prazer à sua maneira.

Afixado por O Bocas em setembro 29, 2006 10:41 AM


Grande chefe, Zezinha, Fred

Amanhã volto a Lisboa e depois sigo ainda mais a norte. Encontrar Moçambique foi um misto de muita coisa, boa e má mas sempre intensa.

Do mercado central de Maputo á beleza das velhas casas coloniais com o seu encanto de fim de festa foi uma lenta valsa de emoções.

Mas o melhor é as pessoas, reencontrar as pessoas que não vemos há 20 anos. Encontar outras pela primeira vez que mesmo nas barracas da Matola onde falta tudo e onde se entra com um "dá liçenca e desinxili mamã" se é recebido com água fresca e uma cadeira à sombra.

è preciso conseguir ver mais além da pobreza, da sugidade,da corrupção, da criminalidade, depois vem a beleza,alegria e a esperança das pessoas. Uma conversa no mercado,um pôr do sol entre coqueiros, a terra vermelha, o barulho dos sapos entre o caniço, miudos a rir e a vender pão de sura, tentar falar xangane, o caminho para casa à noite sem uma única luz debaixo de um céu a abarrotar de esterlas... e tanto,tanto mais.

È preciso preservar esta cultura, é preciso sair de Maputo, entrar nas aldeias e ouvir as pessoas.

Bem tenho de ir. Tenho de ir aproveitar as horas que me restam.

Um abraço

taia

PS: Curti maningue estas 8 semanas.

Afixado por taia em outubro 3, 2006 12:30 PM
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