Querida Sílvia
Sempre a ausência como mote.
Um beijo
Daniel
um abraço do tamanho do mundo *
Afixado por lyra em outubro 11, 2006 02:44 AMTempo que não temos!
Queria ter tempo:
Para chorar no teu ombro
E molhar de lágrimas tua camisa.
Para afagar o teu cabelo
Quando lamentas as tuas dores.
Ter tempo para conhecer
O que anseias repartir comigo.
Dividir um pouco mais,
O meu eu que me afoga a seco.
Queria sacar o relógio ao tempo,
Esconde-lo debaixo do mundo,
Pará-lo ou destrui-lo,
Para assim ter o teu tempo para mim.
Conseguir abrir o meu livro,
Encostar a minha cabeça no teu colo,
Ler o teu livro e compreende-lo,
Dar-te a resposta que pretendes.
Não temos tempo,
o tempo não nos quer!
Não existe tempo em nós.
O relógio avançou sem se importar.
Inês de Castro ( a que queria parar o tempo, junto á fonte do tempo perdido na cidade do amores, numa tarde de saudade)
www.gritosdesilencio.blogspot.com
A ausência de tempo é tudo culpa do cavalo de Tróia denominado Bolonha!
Afixado por a_tua_madrinha em outubro 11, 2006 01:30 PMOlá, peço desculpa de vir aqui chatear, mas tenho uma duvida que preciso de ver esclarecida! Então é o seguinto, ontem deparei-me com uma DeviantArt de uma rapariga, onde estava lá um poema intitulado Morte, que ela afirma ter sido escrito por ela. Eu fui pesquisar e encontrei esse mesmo poema aqui neste blog, em março de 2004! Como tambem escrevo e não gosto de plagios, decidi vir aqui informar-te. E perguntar, sem querer ofender como é obvio, se esse poema foi de facto escrito por ti!
Afixado por Luna em outubro 11, 2006 07:47 PMOlá! Peço desculpa de me vir intrometer! Mas tenho algo que gostava de ver esclarecido! Ontem, deparei-me com um Deviantart de uma menina, que tinha lá um poema intitulado "Morte" que ela afirma ter sido escrito por ela! Eu fui pesquisar e encontrei esse mesmo poema neste blog, em março de 2004!
Gostava de saber se foi escrito por ti. Isto sem querer ofender, e tambem dar a conhecer se anadas a ser plagiada ou não!
Afixado por Luna em outubro 11, 2006 07:51 PMSe quiseres responder, responde tambem aqui no espaço dos comentários. Mais uma vez as minhas desculpas!
Afixado por Luna em outubro 11, 2006 07:53 PMLuna:
De facto os poemas que estão aqui no blog são todos da minha autoria. Por vezes surge uma ou outra excepção de poemas de poetas que gosto (pessoas que conheço) e aos quais peço autorização para postar aqui, mas penso que isso aconteceu uma vez... Se bem me recordo. Relativamente ao poema que referes é da minha autoria. Obrigada pelo aviso.
Infelizmente quem coloca a sua poesia na net corre estes riscos.
Faço-vos uma vénia.
Acho indecente que andem a plagiar a minha fs. Por amor de Deus parem com isso, há aqui pessoas doentes!
Afixado por a_tua_madrinha em outubro 12, 2006 05:27 PMPois, mas plagiaram...e eu confromtei essa menina, que plagiou com este blog e com a verdadeira autora do tal poema.E ela continua a negar que o tenha feito!
è realmente injusto!
Afixado por Luna em outubro 12, 2006 09:26 PMtempo que não passa. E a existência que fica viva dentro de nós.
a saudade, o cheiro e travesseiro vazio..
quem dirá o que é?
te beijo
Afixado por Nefertari em outubro 17, 2006 09:56 PMÉ muito bom quando no intervalo da realidade, temos alguém em quem existir!
A finalidade de tudo está aí. Digo eu...
Um beijo grande
Sílvia deleito-me com a excelência do que te sai bem do fundo da alma...
Beijos miuda
ah um longo tempo k te leio. no silencio. nunka deixei nenhum comentario pois nao existem palavras possiveis para dizer o k os teus poemas me transmitem, é algo surreal...
obrigada por preecheres os meus dias ocos com as tuas palavras k vestem perfeitamente em mim..
um beijo da tua, ana
Oi Silvia,
Cada vez que leio teus poemas tenha saido um pouco mais da cinzas, lembra?
Continue assim, a acariciar corações com tão ternas palavras de sentimento, que por certo, só podem vir de alguém tão especial como Silvia.
Abraços,
Marcos Jacob
Afixado por Marcos em novembro 22, 2006 08:08 PM