Estes poemas ásperos de que tu gostas tanto, os poemas do teu amigo Adair. Também gosto muito.
Afixado por L. em outubro 10, 2006 10:18 PMTambém gosto muito destes poemas do Adair. Já não visito a página dele há um tempo, falta de tempo.
Afixado por fernanda s.m. em outubro 10, 2006 11:03 PMComo sempre carinhosa e gentil,né Sol ?
Obrigado também Fernanda e "L" pela leitura e comentário: sempre é bom saber que outros gostam do que escrevemos.
Afixado por Adair em outubro 11, 2006 01:00 AMGosto de ler o Adair sempre - e muito também AQUI, local de encontros e de amigos.
Afixado por AMÉLIA em outubro 11, 2006 09:05 AMuma aridez cheia de poesia! abraço c.
«A thing of beauty is a joy
For ever, Keats exprimiu.
Mas ele próprio sentiu
Quanto essa alegria dói.»
(Manuel Bandeira)
L, Fernanda, Amélia, Carlos, é um privilégio publicar um poema inédito do Adair. E quando outros o saboreiam comigo, o mundo fica menos inóspito, os desertos menos iminentes, a Poesia menos desamparada.
Um grande abraço a todos
Adair, eu gostava que todos lessem o que você escreve. Acredito que a sua é uma das mais belas e originais vozes da moderna poesia brasileira. Não sou gentil, o facto é que me orgulho muito de si e da nossa amizade.
Um beijo
Envie suas poesias para o e-mail casadoescritor2006@gmail.com para que ela possa ser publicada no site e ser exposta na semana de letras da Faculdade São Bernardo. Para maiores informações: www.lettras.net.br
Afixado por Carla em outubro 11, 2006 10:00 PMÉ, não é, gotasdagua? Contente por tu gostares :)
Bj
Mais um poema do Adair de que gostei muito. Obrigada, Soledade, por partilhar connosco.
Afixado por Ana Gil em outubro 13, 2006 07:29 PMBem vinda, Ana :)
Fico muito contente por ter gostado.
Um beijinho