Comentários: Pombas brancas

Ela escreve muito bem!

Um poema extraordinário.

Afixado por João Norte em outubro 19, 2006 08:39 PM

Fabuloso, Sílvia! Talvez se morra mesmo dessa forma. Inconscientemente devastado por todas as peles, sabendo que apenas uma era a que deveria ter permanecido. Mas quem sou eu, se me perco nas minhas próprias ausências?
Beijos, miúda genial

Afixado por unicus em outubro 19, 2006 08:57 PM

Querida Sílvia
Mórbido e sofrido...
Que seja só literatura.
Um beijo
Daniel

Afixado por Daniel Aladiah em outubro 23, 2006 09:43 PM

Poupo-te...
Por favor não penses que não te quero mais.
Tenho de ir... sabes que vou...
Poupo-te a dor de te amar mais uma última vez.
Vou sozinho, montado nas lembranças que me deixas.
Não vou por querer, mas por ter de ser...
E se não controlo este meu fado, controlo então a tua dor...
Mas não duvides... é amor...
Mas não te posso amar quando me despeço, quando parto para parte incerta.
O fado é meu... O fardo de ninguém!
Levo-te comigo, mas não te quero deixar mais marcas de mim.
O sorriso com que parto, foste tu que mo deste.
Todas as outras mulheres que te disse que amei...
...
mentiras puras que saiem da boca numa angústia que me contorce o ser...
Mas não tens de sofrer.
Sou eu que vou...
A morte por vezes é penosa, por vezes inimiga.
Não julgo a minha morte...
Vivi-te em toda a minha vida...

Um beijo,
Sandro

Afixado por Sandro em outubro 26, 2006 12:47 PM

Adorei o que escrevei, porém, após ter lido a resposta do Sandro pude perceber, o tamanho do amor deste homem por voce,pois renunciou os seus ultimos momentos de prazer ao lado de seu grande amor, para tentar poupa-la da dor da partida, inútil bem verdade pois, se ha uma dor que não tem rémedio é esta, pois guardo dentro do meu peito a 17 anos a dor de ter perdido bruscamente por um tiro fatal, omeu primeiro e inesquecivel amor.Por tanto aconselho a vcs que não antecipem a sepação que será inevitável...

Um abraço.

Afixado por Dinha em outubro 27, 2006 08:01 PM

Tanta sensibilidade, ternura e ao mesmo tempo, tanta energia destrutiva, tudo isso em uma mesma pessoa.

Você tranpira emoções em suas palavras, dá para sentir a brisa e a tempestade vindos do seu interior.

O que está escrito é muito menos do que esta entre as palavras, você é incrivelmente transparente, sem filtros, sem freios, sem forças, que possam impedir tanto sentimento...

Um dia quero poder sair das cinzas e ao orvalho dizer ao mundo que também tenho um coração.

Afixado por Marcos em novembro 4, 2006 03:20 PM