Na última vez que estive em Moçambique (há 3 anos) suspirava-se por Samora Machel, falava-se dele com saudade, comentavam-se os seus excessos com compreensão. Samora era humano, logo, sujeito ao erro. Mas, também era honrado e procurava ser justo. Dava o exemplo e era rigoroso com os seus colaboradores, nomeadamente os outros dirigentes que davam sinais de preocupante gula. Morreu (que eufemismo!) pobre como sempre viveu, ao contrário dos tais que têm enriquecido com a pobreza do seu povo...
A minha homenagem a um GRANDE HOMEM!
José Candeias
Afixado por José Candeias em outubro 20, 2006 01:58 PM