Comentários: Nocturno

Obrigada pela prenda, Zef, entra a seguir :)
Um beijo, bom fim de semana

Afixado por Soledade em novembro 9, 2006 10:10 PM

Oiço rupidos, mas não vejo imagem.Seria de ver ou só de ouvir?

Afixado por amélia em novembro 10, 2006 12:08 AM

Amélia, tu matas-me :-))
Beijinho, chega de moodling, vou dormir

Afixado por Soledade em novembro 10, 2006 12:45 AM

Ameaça de risos: vejo imagem e não ouço rupidos(eu sei vou pagar royalties à Amélia)...:))
o que hei-de fazer, não resisti ao "pastiche" mas as imagens são estranhas. Amélia, queres fazer troca? Beijinhos relativamente bem dispostos porque é sexta e que sorrir é preciso.

Afixado por ana assunção em novembro 10, 2006 11:12 AM

Pois...continuo só a ouvir «ruopidos»-atenção que não admito plágios, dado que a palavra, juro, não é por mim plagiada de ninguém...-:)Mas há mesmo imagens ou só »rupidos»?

Afixado por amelia em novembro 10, 2006 12:32 PM

O Zef viu e ouviu. Eu também. Donde deduzo que o problema é das meninas! Anita, que tal ligar as colunas do computador? Amélia, que tal trocar de óculos? :)
Imagens estranhas?! É apenas o mundo, à noite.

Afixado por Soledade em novembro 10, 2006 01:27 PM

Tu gralhas a própria gralha, és tremenda!:)
Tudo bem, tens direito aos teus neologismos, por acaso o Mia Couto será mais dono da língua do que tu? Não é. E esta amálgama terá nascido da fusão de que unidades lexicais truncadas? Rugido? Ruído? Barrido? E... roupagem? Rupia? Não atino. Digamos que é uma instalação... linguística :) Então a Anita que te pague direitos de autor pelo respectivo uso.
Bjs às duas, acabou-se-me a hora de almoço.
Bom fim de semana!

Afixado por Soledade em novembro 10, 2006 01:37 PM

O microfone traz-nos o vento nesta serra que, no escuro da noite, poucos vêem.
Gosta-se delas, geralmente, de dia e com o sol a dourar-lhe os corpos. Mas as serras, à noite, apagadas as luzes, também se deitam e dormem um pouco junto ao luar. E continuam belas!

um abraço
jorgg

Afixado por Jorge P.G. em novembro 10, 2006 05:13 PM

Ena: já consegui ver e ouvir...:)

Afixado por amelia em novembro 12, 2006 12:09 AM

Fez-se-te luz, Amélia? :)

Afixado por Soledade em novembro 13, 2006 12:47 PM

É certo, Jorge. Esta serra era bela, à noite ou de dia. Quando os geradores eólicos apareceram, não a desfearam, e o som do vento e das hélices era como o arfar da terra. Hoje são tantos, com os olhos vermelhos e ominososa piscar, um ruído infernal, como de cordame, que certos cumes parecem instalações fabris. E mesmo de dia, as colunas alinhadas lembram-me coisas assustadoras, cruzes que, na crista da serra, aguardam os novos escravos para o suplício exemplar. Não sei a razão desta analogia, mas a vista dos moinhos eólicos, que antes me encantava (o pequeno filme tem ano e meio, por aí), hoje oprime-me.
Um abraço, boa semana

Afixado por Soledade em novembro 13, 2006 12:48 PM