Obrigada pela prenda, Zef, entra a seguir :)
Um beijo, bom fim de semana
Oiço rupidos, mas não vejo imagem.Seria de ver ou só de ouvir?
Afixado por amélia em novembro 10, 2006 12:08 AMAmélia, tu matas-me :-))
Beijinho, chega de moodling, vou dormir
Ameaça de risos: vejo imagem e não ouço rupidos(eu sei vou pagar royalties à Amélia)...:))
o que hei-de fazer, não resisti ao "pastiche" mas as imagens são estranhas. Amélia, queres fazer troca? Beijinhos relativamente bem dispostos porque é sexta e que sorrir é preciso.
Pois...continuo só a ouvir «ruopidos»-atenção que não admito plágios, dado que a palavra, juro, não é por mim plagiada de ninguém...-:)Mas há mesmo imagens ou só »rupidos»?
O Zef viu e ouviu. Eu também. Donde deduzo que o problema é das meninas! Anita, que tal ligar as colunas do computador? Amélia, que tal trocar de óculos? :)
Imagens estranhas?! É apenas o mundo, à noite.
Tu gralhas a própria gralha, és tremenda!:)
Tudo bem, tens direito aos teus neologismos, por acaso o Mia Couto será mais dono da língua do que tu? Não é. E esta amálgama terá nascido da fusão de que unidades lexicais truncadas? Rugido? Ruído? Barrido? E... roupagem? Rupia? Não atino. Digamos que é uma instalação... linguística :) Então a Anita que te pague direitos de autor pelo respectivo uso.
Bjs às duas, acabou-se-me a hora de almoço.
Bom fim de semana!
O microfone traz-nos o vento nesta serra que, no escuro da noite, poucos vêem.
Gosta-se delas, geralmente, de dia e com o sol a dourar-lhe os corpos. Mas as serras, à noite, apagadas as luzes, também se deitam e dormem um pouco junto ao luar. E continuam belas!
um abraço
jorgg
Ena: já consegui ver e ouvir...:)
Afixado por amelia em novembro 12, 2006 12:09 AMFez-se-te luz, Amélia? :)
Afixado por Soledade em novembro 13, 2006 12:47 PMÉ certo, Jorge. Esta serra era bela, à noite ou de dia. Quando os geradores eólicos apareceram, não a desfearam, e o som do vento e das hélices era como o arfar da terra. Hoje são tantos, com os olhos vermelhos e ominososa piscar, um ruído infernal, como de cordame, que certos cumes parecem instalações fabris. E mesmo de dia, as colunas alinhadas lembram-me coisas assustadoras, cruzes que, na crista da serra, aguardam os novos escravos para o suplício exemplar. Não sei a razão desta analogia, mas a vista dos moinhos eólicos, que antes me encantava (o pequeno filme tem ano e meio, por aí), hoje oprime-me.
Um abraço, boa semana