Comentários: Lendo Horácio

E assim...dando razão a este Horácio por Brecht -venho fazer o que ando esquecida de fazer:já superámos as 65 000 visitas ao nocturno.Beijos a todos os navegantes deste blogue e, naturalmente,
à Soledade.Gostamos desta casa.

Afixado por amelia em janeiro 29, 2007 09:56 AM

E o Bertolt, lendo Horácio, nada disse da qualidade dos "poucos sobreviventes"?
Sol, sorry, foi coisa tonta para apanhar o comboio da Da Amélia que voltou ao "intigamente" e muito a propósito, se bem que tardíssimo, lhe veio "superar" as 65.000 velas :)
bjos

Afixado por ana assunção em janeiro 29, 2007 10:18 PM

BOM DIA!!!
Deixei-te uma mensagem no meu blogue , porque ontem não consegui entrar no teu, quer dizer, consegui, mas ia dar a novembro...
Andam algumas aves negras por aí disfarçadas de andorinhas...
Continuação de boa semana...

Afixado por rendadebilros em janeiro 30, 2007 09:45 AM

Desta vez não haverá sobreviventes...

Afixado por enecoisas em janeiro 31, 2007 01:15 AM

Sobreviventes somos todos nós,não? Podemos é não saber que o somos, nem de quê...
Um abraço.

Afixado por fernanda s.m. em janeiro 31, 2007 02:04 AM

Sobreviventes somos todos nós,não? Podemos é não saber que o somos, nem de quê...
Um abraço.

Afixado por fernanda s.m. em janeiro 31, 2007 02:11 AM

Mas, continuando com Horácio,
"...à Primavera sucede
o Verão perecedouro, e logo
o copioso Outono espalhará seus frutos;..."
(Odes.IV.7-Trad.de M.H. Rocha Pereira),

pelo que seremos sempre sobreviventes: haverá sempre outonos

"...e aos campos já a relva regressa
e às árvores a folhagem"
(Id.),

pelo que seremos sempre sobreviventes: haverá sempre primaveras.

Afixado por zef em janeiro 31, 2007 11:04 AM

Nem o próprio Sócrates
Foi eterno.
Um dia os titulares da pasta da
Educação partiram.
Será que o país
vai sobreviver?

Afixado por emn em janeiro 31, 2007 03:10 PM

Parabéns ! 65.000 velas! Já é obra!

Estou com a netinha ao colo e ela quer, por força, ajudar-me no meu escrito...
djhklknmtesx nhb

Beijinhos nossos
Júlia e Joana

Afixado por Júlia em janeiro 31, 2007 07:32 PM

Parabéns ! 65.000 velas! Já é obra!

Estou com a netinha ao colo e ela quer, por força, ajudar-me no meu escrito...
djhklknmtesx nhb

Beijinhos nossos
Júlia e Joana

Afixado por Júlia em janeiro 31, 2007 07:44 PM

Já agora, 22H06, de 31 de Jan., 65 369...É obra!
Beijos

Afixado por zef em janeiro 31, 2007 10:12 PM

Só para partilhar que... tão bom ler este poema, gostei mesmo!

Afixado por Joana em fevereiro 1, 2007 01:11 AM

É um prazer passear por este jardim, mesmo se é "Inverno". Aqui, Primavera e Verão estão garantidos.
Sobreviventes? Claro que somos, seremos.

Afixado por Dores em fevereiro 2, 2007 02:44 PM

Desculpem ter deixado a casa ao abandono. Tem sido grande a azáfama por outras bandas, e pouca a motivação bloguística.

Pois também acho consolador ler Horácio, coincidimos na defesa da quietação, de um certo estoicismo e na preferência pelo low profile, por exemplo. Mas percebo a ressalva de Brecht: não é previsível um grande número de sobreviventes. Entretanto, respiremos. Por ora não paga taxa.

enecoisas, não sejas dramático. Vai ler o "Hino à Razão", de Antero, que te faz bem!

Fernanda, se não somos meros fictons (uma ideia do Robert Heilein, um dos meus escritores de ficção preferidos) ou o pesadelo de um qualquer demiurgo, não há dúvida de que estamos aqui, portanto, sobrevivemos a quanto nos precedeu. E não foi pouco!

Menina Anita, eu não sei a resposta a essa pergunta, mas trouxe-me à ideia uma passagem de "Dune". Agora não me vou encarrapitar para ir às prateleiras de cima, mas refere-se à *qualidade de vida* dos sobreviventes. Algo a ponderar. É que a pergunta, posta noutros termos, assume inquietantes contornos darwinistas. Que o Darwuin nunca usou, ao que pude saber, a expressão "sobrevivência dos mais fortes" - que lhe terá sido imputada depois. Tal prudência linguística é notável, mesmo se não lhe serviu de nada. Também me trouxe à ideia aquela réplica de Frei Gabriel no filme A Missão: "Se força é lei, então não há lugar para o amor neste mundo, e eu não tenho forças para viver num mundo assim.» (Isto é terrível, as citações vêm como as cerejas, o melhor, mesmo, como diz Drummond, "é tocar um tango argentino" e ir dormir).

Rendadebilros, li a tua mensagem. Obrigada, amiga. Andam por aí umas aves negras, andam. Estranho isso de ires parar a Novembro. Mas enfim, no weblog já nada me surpreende. Boa semana para ti também. Menos fria :)

«pelo que seremos sempre sobreviventes: haverá sempre primaveras.» - obrigada pelas traduções, Zef, pelo aroma de Pasárgada que me chega com elas. Claro que eu podia fundar-me nos clássicos para tecer umas considerações sobre a mudança humana e a da natureza. Mas seria maldade :) E a Primavera vem de facto aí. Já há macela nos prados.

emn, esse é o lado bom da nossa condição mortal: aquele gente também não será eterna. Entretanto discordar não vale, ainda vais de castigo para o canto com orelhas de burro ;)

Júlia, adorei o comentário da sua Joana, dê-lhe uma grande beijoca: à prova mais provada que haverá sobreviventes :)

Joaninha, que tudo esteja a correr bem contigo e nos consigamos ver em breve. Gostaste do Brecht? Que bom!

Dores, grata pela sua gentileza. Parece-me que são pessoas como a Dores que trazem as flores a este jardim a anoitecer.

Amélia,deixei-te para o fim para teres mais velas para apagar. Obrigada :)
Bj

Afixado por soledade em fevereiro 5, 2007 01:25 AM

:))))))

Afixado por emn em fevereiro 5, 2007 01:28 AM

emn, tu viste que frase ambígua redigi ao responder-te? Diz-me, amiga, esqueci-me apenas de umas vírgulas, ou o caso é mais sério? Estas dúvidas consomem-me. E as calças de ganga também :))

Afixado por soledade em fevereiro 5, 2007 12:10 PM

:)))) o que vale é que nos vamos rindo...

Afixado por emn em fevereiro 7, 2007 06:19 PM