E assim...dando razão a este Horácio por Brecht -venho fazer o que ando esquecida de fazer:já superámos as 65 000 visitas ao nocturno.Beijos a todos os navegantes deste blogue e, naturalmente,
à Soledade.Gostamos desta casa.
E o Bertolt, lendo Horácio, nada disse da qualidade dos "poucos sobreviventes"?
Sol, sorry, foi coisa tonta para apanhar o comboio da Da Amélia que voltou ao "intigamente" e muito a propósito, se bem que tardíssimo, lhe veio "superar" as 65.000 velas :)
bjos
BOM DIA!!!
Deixei-te uma mensagem no meu blogue , porque ontem não consegui entrar no teu, quer dizer, consegui, mas ia dar a novembro...
Andam algumas aves negras por aí disfarçadas de andorinhas...
Continuação de boa semana...
Desta vez não haverá sobreviventes...
Afixado por enecoisas em janeiro 31, 2007 01:15 AMSobreviventes somos todos nós,não? Podemos é não saber que o somos, nem de quê...
Um abraço.
Sobreviventes somos todos nós,não? Podemos é não saber que o somos, nem de quê...
Um abraço.
Mas, continuando com Horácio,
"...à Primavera sucede
o Verão perecedouro, e logo
o copioso Outono espalhará seus frutos;..."
(Odes.IV.7-Trad.de M.H. Rocha Pereira),
pelo que seremos sempre sobreviventes: haverá sempre outonos
"...e aos campos já a relva regressa
e às árvores a folhagem"
(Id.),
pelo que seremos sempre sobreviventes: haverá sempre primaveras.
Afixado por zef em janeiro 31, 2007 11:04 AMNem o próprio Sócrates
Foi eterno.
Um dia os titulares da pasta da
Educação partiram.
Será que o país
vai sobreviver?
Parabéns ! 65.000 velas! Já é obra!
Estou com a netinha ao colo e ela quer, por força, ajudar-me no meu escrito...
djhklknmtesx nhb
Beijinhos nossos
Júlia e Joana
Parabéns ! 65.000 velas! Já é obra!
Estou com a netinha ao colo e ela quer, por força, ajudar-me no meu escrito...
djhklknmtesx nhb
Beijinhos nossos
Júlia e Joana
Já agora, 22H06, de 31 de Jan., 65 369...É obra!
Beijos
Só para partilhar que... tão bom ler este poema, gostei mesmo!
Afixado por Joana em fevereiro 1, 2007 01:11 AMÉ um prazer passear por este jardim, mesmo se é "Inverno". Aqui, Primavera e Verão estão garantidos.
Sobreviventes? Claro que somos, seremos.
Desculpem ter deixado a casa ao abandono. Tem sido grande a azáfama por outras bandas, e pouca a motivação bloguística.
Pois também acho consolador ler Horácio, coincidimos na defesa da quietação, de um certo estoicismo e na preferência pelo low profile, por exemplo. Mas percebo a ressalva de Brecht: não é previsível um grande número de sobreviventes. Entretanto, respiremos. Por ora não paga taxa.
enecoisas, não sejas dramático. Vai ler o "Hino à Razão", de Antero, que te faz bem!
Fernanda, se não somos meros fictons (uma ideia do Robert Heilein, um dos meus escritores de ficção preferidos) ou o pesadelo de um qualquer demiurgo, não há dúvida de que estamos aqui, portanto, sobrevivemos a quanto nos precedeu. E não foi pouco!
Menina Anita, eu não sei a resposta a essa pergunta, mas trouxe-me à ideia uma passagem de "Dune". Agora não me vou encarrapitar para ir às prateleiras de cima, mas refere-se à *qualidade de vida* dos sobreviventes. Algo a ponderar. É que a pergunta, posta noutros termos, assume inquietantes contornos darwinistas. Que o Darwuin nunca usou, ao que pude saber, a expressão "sobrevivência dos mais fortes" - que lhe terá sido imputada depois. Tal prudência linguística é notável, mesmo se não lhe serviu de nada. Também me trouxe à ideia aquela réplica de Frei Gabriel no filme A Missão: "Se força é lei, então não há lugar para o amor neste mundo, e eu não tenho forças para viver num mundo assim.» (Isto é terrível, as citações vêm como as cerejas, o melhor, mesmo, como diz Drummond, "é tocar um tango argentino" e ir dormir).
Rendadebilros, li a tua mensagem. Obrigada, amiga. Andam por aí umas aves negras, andam. Estranho isso de ires parar a Novembro. Mas enfim, no weblog já nada me surpreende. Boa semana para ti também. Menos fria :)
«pelo que seremos sempre sobreviventes: haverá sempre primaveras.» - obrigada pelas traduções, Zef, pelo aroma de Pasárgada que me chega com elas. Claro que eu podia fundar-me nos clássicos para tecer umas considerações sobre a mudança humana e a da natureza. Mas seria maldade :) E a Primavera vem de facto aí. Já há macela nos prados.
emn, esse é o lado bom da nossa condição mortal: aquele gente também não será eterna. Entretanto discordar não vale, ainda vais de castigo para o canto com orelhas de burro ;)
Júlia, adorei o comentário da sua Joana, dê-lhe uma grande beijoca: à prova mais provada que haverá sobreviventes :)
Joaninha, que tudo esteja a correr bem contigo e nos consigamos ver em breve. Gostaste do Brecht? Que bom!
Dores, grata pela sua gentileza. Parece-me que são pessoas como a Dores que trazem as flores a este jardim a anoitecer.
Amélia,deixei-te para o fim para teres mais velas para apagar. Obrigada :)
Bj
:))))))
Afixado por emn em fevereiro 5, 2007 01:28 AMemn, tu viste que frase ambígua redigi ao responder-te? Diz-me, amiga, esqueci-me apenas de umas vírgulas, ou o caso é mais sério? Estas dúvidas consomem-me. E as calças de ganga também :))
:)))) o que vale é que nos vamos rindo...
Afixado por emn em fevereiro 7, 2007 06:19 PM