Caro, José Romão, é com muito gosto que li, e compreendi a mensagem do seu Poema.Faz-me lembrar velhos tempos...tempos do meu Avô, que tinha uma capacidade de improviso, como está no sangue dos Alentejanos, no fundo, do Português de "gema". Num lindo Poema, se transcreve os sentimentos que nos vão na Alma.Com a CANETA, o instrumento, com que o "passamos para o papel.Com o improviso, a "ARMA" com que nos batemos o dia-a-dia, dos problemas com que nos deparamos.Duas, são o número de referência para as palavras que caracterizam o Poema do José Romão:BELO, e SENTIDO.Um Abraço, e Um Bem-Haja
A respeito de Pequenas Reflexões – Artigo de Hélio Gomes publicado neste blog.
Caro Senhor eu lhe peço
Perdão por esta franqueza.
Sou franco por natureza,
Um pecado que confesso.
A sua escrita eu meço
E chego à conclusão,
Que a sua caneta não
É tão pesada decerto,
Nem de longe nem de perto
Como a do José Romão.
Como a do José Romão
Que mesmo a escrever menos,
E textos bem mais pequenos
Lhe fez os calos na mão.
Eu até lhe dou razão,
No que disse, mas para mim…
Não devia ser assim
Quer saber o que eu penso?
Um artigo tão extenso
Poucos lêem até ao fim.
Poucos lêem até ao fim
Pois é preciso coragem,
P´ra fazer essa viagem
De onde eu agora vim!…
A escrita não é ruim
E tem muito adereço,
Mas pelo que eu conheço
Uma escrita tão comprida,
Depois de já toda lida
Ninguém lembra o começo.
Por favor podia informar-me quem é este senhor de nome José Romao?, para o email acima?
muito Obrigada
Afixado por custódia Romão em maio 15, 2007 09:43 AM