Caro Senhor eu lhe peço
Perdão por esta franqueza.
Sou franco por natureza,
Um pecado que confesso.
A sua escrita eu meço
E chego à conclusão,
Que a sua caneta não
É tão pesada decerto,
Nem de longe nem de perto
Como a do José Romão.
Como a do José Romão
Que mesmo a escrever menos,
E textos bem mais pequenos
Lhe fez os calos na mão.
Eu até lhe dou razão,
No que disse, mas para mim…
Não devia ser assim
Quer saber o que eu penso?
Um artigo tão extenso
Poucos lêem até ao fim.
Poucos lêem até ao fim
Pois é preciso coragem,
P´ra fazer essa viagem
De onde eu agora vim!…
A escrita não é ruim
E tem muito adereço,
Mas olhe que o desfecho
Duma escrita tão comprida,
É depois de toda lida
Ninguém lembrar o começo.
este é para contrabalançar
Afixado por João Silva em novembro 29, 2006 09:09 AMDepois de toda esta escrita
eu tive que ir descansar
mas cheguei à conclusão
que a mesma dá que pensar...
A mesma dá que pensar...
É verdade sim senhor.
Como irá argumentar
o tal sr. Dr.??
Sr. Hélio encolha, encolha...
e um conselho vou dar:
Insista, persista, resista
Não se deixe intimidar.
O Falcão adormecido, 2/12/2006