Comentários: Aimer, le dire

Mais le dire... Ah, que c'est beau et intense!

Afixado por l'homme gauche em dezembro 20, 2006 04:40 PM

Ça fait pas longtemps que je connais ce poète, et il m'étonne encore par cette intensité.
Merci de ta visite, homme gauche (connais-tu la femme gauchère?)

Afixado por Soledade em dezembro 20, 2006 07:39 PM

Não podes traduzir?

Afixado por L. em dezembro 21, 2006 02:12 AM

Não, L, acho que não :)
Boas Festas!

Afixado por Soledade em dezembro 21, 2006 12:07 PM

"Aimer c'est entrer

De plain pied
Dans un fait de lenteurs

De silences
Et de choix

Solitaire."

Repetindo-o como para o gravar.

Para si - dos silêncios que falam.

Um beijo
Helena

Afixado por hfm em dezembro 21, 2006 01:21 PM

Obrigada, Helena.
Lembrou-me o Char, este poema: o silêncio, o extremo dizer.

Afixado por Soledade em dezembro 21, 2006 01:32 PM

« ... un fait de lenteurs de silences (...) solitaire »

Que d'envie... du silence habitté de tants de mots lentes, si lentes, qui me carressent, qui m'illuminent et guident ma vie...

Um beijo Amigo, Soledade. Gostava que este silêncio me agasalhasse do frio deste Natal. Vamos para os frios ? Eu, para o Alentejo, e a Soledade, para a Beira ?

Afixado por fernanda s.m. em dezembro 23, 2006 08:30 PM

« ... un fait de lenteurs de silences (...) solitaire »

Que d'envie... du silence habitté de tants de mots lentes, si lentes, qui me carressent, qui m'illuminent et guident ma vie...

Um beijo Amigo, Soledade. Gostava que este silêncio me agasalhasse do frio deste Natal. Vamos para os frios ? Eu, para o Alentejo, e a Soledade, para a Beira ?

Afixado por fernanda s.m. em dezembro 23, 2006 08:32 PM

Um qualquer problema com os comentários,que não culpa minha, encarregou-se de o duplicar...

Afixado por fernanda s.m. em dezembro 23, 2006 08:34 PM

para as lembranças não se acabarem, não se romperem os laços, não quebrarem-se os cristais, nem irem os anéis nem os dedos.

Chorar

Chorar me lembra o nascimento de um rio.
Que destino levará tanta água de sabor.
O mar é o lenço que absorve a correnteza,
Sem saber bem da certeza
Que levou tanto chorar.

Mas se prossegue o coração achando um jeito,
E a vontade ainda no peito,
De tanto se desejar.
Aí não mais me lembra o rio sem destino,
Me lembra a chuva pedida
Que fará o chão rasgar.

um beijo
Naeno


Afixado por Naeno em dezembro 29, 2006 04:07 PM

Obrigada, Naeno. Chorar - "água de sabor". Isto é realmente bonito! Dá vontade de tomar como epígrafe e continuar o popema e o exercício de memória.
Um abraço

Afixado por Soledade em janeiro 2, 2007 04:59 PM

Olá, Fernanda - fomos ambas para os frios, e voltámos. O nosso agasalho é feito também de palavras nesta língua que amamos quase tanto como a nossa!
Um beijo, bom ano!

Afixado por Soledade em janeiro 2, 2007 05:01 PM