Comentários: Fiama

Bonita, esta homenagem conjunta a Fiama Hasse. Gosto muito dos poemas que escolheram e a Soledade não deixa de me surpreender com a sua criatividade (e técnica também).
Bj.

Afixado por Ana Gil em janeiro 21, 2007 08:20 PM

Correcção:leia-se ...do poema que escolheram...
:)

Afixado por Ana Gil em janeiro 21, 2007 08:29 PM

Ana, pouca técnica é precisa.
Devo dizer que a ideia foi do Zef que, por sinal, está atrasado.
E assim se vão "nuestros maiores". Foram tantos, nos últimos anos! Sinal de que também o nosso tempo já vai longo. Enquanto se não encerra, sabemos que são precisos "dois". Ou mais. Uma trança de afectos.
Um beijo

Afixado por Soledade em janeiro 21, 2007 08:40 PM

Soledade, cheguei agora e estou espantado com estas maravilhas da técnica...Estou atrasado, mas já estou habituado,...Que outros se habituem. A Fiama já não precisa deste recado.
...e, se calhar, é assim que se trançam os afectos.

Afixado por zef em janeiro 21, 2007 09:31 PM

Zef, chegou muito a tempo.
O recado é para nós, claro, o recado é sempre para os sobreviventes.
Bj

Afixado por Soledade em janeiro 21, 2007 09:51 PM

Bonita a ideia e a Fiama, com o seu ar sereno, esteja onde estiver, vai sentir-se mais confortada ao "ler" esta homenagem/lembrança.

Também admirei muito a técnica aqui mostrada pela Soledade. Isso é que é saber dominar a informática e suas magias ... Parabéns !
Bj.

Afixado por fernanda s.m. em janeiro 21, 2007 11:34 PM

Mas que técnica, senhores?! Linkar blogues (nem sequer foram as entradas)é tão fácil! Tinha ficado engraçado se o barco e a romãzeira tivessem feito da mesma forma, mas desta vez não deu. Numa próxima (e maisa feliz) ocasião.
Um beijo, Fernanda, boa semana

Afixado por soledade em janeiro 22, 2007 11:18 AM

Bela homenagem...

Afixado por rendadebilros em janeiro 22, 2007 05:01 PM

Vá lá ver, vá, Soledade...Não foi ao mesmo tempo, mas tornou a homenagem mais prolongada:)

Afixado por zef em janeiro 22, 2007 08:12 PM

Fiquei contente por reler aqui este seu texto que, em tempo, me atraiu logo a atenção pela sua qualidade.

Afixado por Musas em janeiro 22, 2007 08:53 PM

Obrigada, rendadebilros.

Fui ver, Zef, e disse de minha justiça. Nada como um aluno dotado ;)

Musas, refere-se ao textinho em prosa, não é? À pequena evocação de um tempo longínquo. Pois um dia também eu tive 18 ou 19 anos...


Afixado por soledade em janeiro 22, 2007 09:05 PM

Sou um miserável! Só agora é que fui ler o textozinho em prosa. Devia ter-lhe dado atenção
Perdão, Soledade.

Afixado por zef em janeiro 22, 2007 10:17 PM

É uma bela homenagem, à poetisa e aos amigos. Gosto muito do texto, Sol.

Beijos,
Silvia

Afixado por Silvia chueire em janeiro 23, 2007 12:43 PM

É sem dúvida umas belas palavras de homenagem à Fiama,sinto-me ignorante por não a conhecer,mas pelo poema que li devia ter muito jeito e sensibilidade :)
Não posso deixar de reproduzir uma frase sua com uma ponta de gozo - "frequentadora assídua da biblioteca do Centro de Linguística" - passar os dias numa biblioteca assiduamente deve ser dose, não!?! (tou a brincar, mas simplesmente acho isso, o frequentar muitas vezes a biblioteca e ficar lá horas um desperdício de tempo e uma queima de sanidade mental, ai ai :P )- Isto é mesmo apenas para preencher o comentário, já que nunca digo nada de jeito, hehe!

Beijinhos fofos
Sílvia Lopes
(temos de combinar qualquer coisa, acho que estou a ficar ignorante em termos de Português :S )

Afixado por Sílvia Lopes em janeiro 23, 2007 07:13 PM

Se passasses mais tempo na biblioteca e menos nos cafés da terra, talvez conheceses a Fiama. Dose?! Menina, vê se cresces. O teu mundo parece ter encolhido, o que não devia ter acontecido. No velho edifício do Centro de Linguística, à 5 de Outubro, havia livros - isso já fazia dele um local mágico, cenário de aventura e descoberta; e havia livros muito, muito antigos: aprendia-se a conhecer, a saborear o legado, a memória preservada. E havia silêncio e tranquilidade. Em poucos sítios fui tão pacificamente contentte como ali. Lembro-me de perder o olhar pelas janelas - pouco via, além dos telhados de Lisboa, um céu que a memória fixou cinzento e chuvoso, as antenas de televisão. Depois voltava ao estudo. Trabalho de detective, muitas vezes, descobrir, por exemplo, a causa de um erro num manuscrito; ou a genealogia das várias "lições" de um mesmo poema. Ir ao passado, ter a percepção dos anseios, dos incómodos, das alegrias e tristezas do copista. Iguais às minhas. Pertença. E o cheiro dos livros, Silvia? Asseguro-te que é bem melhor que o da atmosfera empestada de fumo, das paredes ecoantes, das mesas e cadeiras arrastadas em chão duro, da insuportável tv sempre ligada. Onde às vezes te encontro.
Porta-te! Beijo

Afixado por soledade em janeiro 24, 2007 01:29 AM

Eu estava a brincar e não a dizer mal... Eu também gosto do cheiro dos livros, e de estar na biblioteca. Não sou muito de cafés...fico triste por pensar nisso, odeio a confusão que por vezes existe e odeio ainda mais a tv alta onde quer que seja. Não estava de modo alguma a dizer mal e não esperava ser interpretada mal, peço desculpa. Mas também sou sincera, prefiro muitas vezes os cafés onde se podem discutir as coisas e falar, do que a biblioteca onde não se pode dizer um pio nem ouvir a opinião dos outros e até mesmo tirar uma dúvida. Livros antigos?? pois é!! isso também eu gostava de poder ler ou mesmo desfolhar, onde estão eles actualmente para nós?? nos armários da "despensa" da biblioteca com medo de serem estragados. E o meu mundo não encolheu, simplesmente não tenho tanto contacto com poetas ou escritores portugueses como quereria se calhar ter, não estou nesse mundo, infelizmente. Crescer?? não gosto nem admito muitas vezes que me digam isso, coisas da vida (além do mais já não posso crescer mais, já estaquei na altura)...
Além disso, vou ser o mais sincera possivel e nem peço desculpa por essa sinceridade pois é a minha opinião, tanto de poesia como de fotografia... Para quê fazer poesia ou até mesmo ler, se ninguém percebe!?! e não estou a dizer que seja por falta de estudo, interessa ou o que for, simplesmente para mim a Poesia é de quem escreve...eu sou sincera, não consigo perceber muita da poesia que leio! POdemos dizer váris enterpretações e que era a do autor ao escrever o poema, mas sabemos nós lá, eles por acaso fizeram sinopeses do que escreveram!? Ah e tal é bonito, fala de amor, de passarinhos, e no entanto pode estar a referir-se a outra coisa qualquer, droga, guerra, etc eponto final.. (Isto é em relação às aulas de Português que se dão e a outras coisas mais)

Peço desculpa pelo outro comentário e por este, mas não pude estar calada!!
Beijos

Afixado por Sílvia Lopes em janeiro 24, 2007 06:18 PM

Fui desabrida contigo, peço desculpa. Mas mantenho muito do que digo, Sílvia. O teu 2º comentário confirma-o. Pelo menos não deixes de fazer fotografia, já que na poesia (que em tempos também escreveste) não vês utilidade.
Bj e desculpa o mau-humor

Afixado por Soledade em janeiro 24, 2007 09:06 PM

É agora um miserável, Zef! Ah, hoje achei-o muito filosofante :)
Beijos a todos

Afixado por soledade em janeiro 24, 2007 11:35 PM

Obrigada, Silvia. Voltou a ficar activa no eugeniainthemeadows, óptimo!
Bjs

Afixado por soledade em janeiro 24, 2007 11:38 PM