Muito bonitos este poema e o anterior...
Um beijo.
Uma doce homenagem (ou agridoce?) ao mestre.
Afixado por josé em fevereiro 12, 2007 03:27 AMTem imagens tão bonitas! E uma melodia que encanta, embora termine num "rumor de lume" que diz que não se ouve, mas a palavra "rumor" é dura ao ouvido. O poema é muito mais subtil do que parece, ou não fosse seu :)
Abraço e saudades
Está alguém em casa?.....
Afixado por L. em fevereiro 15, 2007 11:47 AMOlá, Soledad...
é fogo que arde sem se ver,
para românticos, claro.
Obrigada, rendadebilros. Agora uns dias para respirar, não é? :)
Beijinho
A homenagem é doce, José :) Os versos são o que conseguem ser.
Um abraço
Obrigada pelas tuas palavras Miguel. Significam muito para mim :)
um grande beijinho
No caso, fogo que não se ouve :)
Olá, Paulo, voltaste à blogoesfera? Oxalá!
Bom Carnaval!
L., a "casa" de facto tem estado ao abandono, mas...
Bj