Os títulos que dá a alguns dos seus posts são misteriosos. Mas entendo que os livros, a leitura e o ensino são muito importantes aqui.
Sempre oportunas as palavras de Steiner...é bom lembrá-las. Beijo
Afixado por amelia em março 1, 2007 12:56 PMIa dizer que tinha voltado ao Steiner mas creio que é convidado permanente...e certeiro.
Bjo
Não é muito misterioso, ilia. Livros e leitura, de um lado, a escola, do outro, (e apesar de todas as declarações de boas intenções) tornaram-se os termos de um paradoxo. É dentro dessa prisão que vivo. Editar estas leituras é ainda revolver a faca na ferida. E dar uma volta - mais uma - no pátio sufocante da prisão, vendo o azul e o ar livre lá em cima.
Obrigada pela visita.
Amélia e Anita, Steiner já não é um convidado, ele tomou posse da casa, não a destruíu, mas desorganizou-a bastante. Mas consola-me também, por isso lhe perdoo :) Este livrinho é leitura antiga. Comprei um outro dele, neste fim de semana, mas ainda não houve tempo para... enfim, já se sabe.
Beijinho
"Recuso totalmente a ideia de uma ficção que não aceite a biografia, a história e o contextual". Estou plenamente de acordo com essa frase.
Gosto dos seus "comentários" ... ajudam a levar para a frente de um modo ou de outro o meu blog.
É que eu gosto de comboios, Jorge, muito mesmo! E o seu blogue foi um achado: comboios e jazz (vi a ligação ao Coltrane).
Que haverá nos comboios, de facto? Porque nos atraem? Não pode ser só saudosismo. Lembro um citação (de onde?, a minha memória...), dizia que a engenharia dos comboios quase não mudou, desde os primórdios. Os comboios são como os gatos: nasceram perfeitos:)
O último parágrafo, a esta horinha(...) vem como ginjas...
Afixado por zef em março 3, 2007 05:48 AMZef, que estava a fazer acordado a essas horas da manhã?! Que livro, que música, que filme, que página da internet lhe asssaltaram e incendiaram a casa do ser?!
Devia descansar. Em pasárgada descansa-se bem, mas o Zef deve andar pelos seus nortes.
Hoje aqui chove uma chuva triste de domingo.
beijos para todos, desta feita em especial para as senhoras da casa :)
«Recuso totalmente a ideia de uma ficção que não aceite a biografia, a história e o contextual»
Apeteceu-me voltar a esta frase do Jorge por uma conversa que hoje tive com uma colega, na escola, comparando métodos de trabalho, etc, e repetindo uma crítica que ambas fazemos aos programas de Português: o texto (qualquer um, mas no Grande Texto, na literatura, isso custa tanto!) é mero exemplo de tipologias. Como se algum texto existisse fora do contexto...