Aprecio notáveis semelhanças. Gostei!
Afixado por L. em maio 15, 2008 02:07 PMO medo da perda. O silêncio. A solidão anunciada.
Belo poema de Helder Moura Pereira.
Um beijo Soledade.
Ai, Sol, como a nossa mochila se enche de perda, silêncio e solidão... Como as nossas pequenas alegrias são efémeras e melancólicas. No more beginnings :)
Belo poema
Beijinho
« Já morrerem os ídolos todos da infância
e os da adolescência vão a caminho »
Pensamento silencioso, de hoje, todo o dia... meu ... Quando,por vezes, a vida nem dá tempo de ter esse medo da perda futura : quando o sentimos já foi passado ! Já a solidão é nossa "mestra".
Um abraço Grande.
até se deseja que venha o medo de nos perdermos...
então é porque esse medo ainda não chegou, o que é como quem diz, o "nós" ainda não existe...
difícil este poema, tanto mais que não consigo perceber o que faz nele a caixa do tabaco;
Obrigada por esta partilha!
Afixado por ângela em maio 16, 2008 03:34 PMPor mim, acho que justamente porque estamos condenados á perda, temos de começar sempre de novo...como Sísifo...será?
Afixado por amelia em maio 17, 2008 12:13 AMSó os livros são vivos, só aí as palavras deixam de ser «ricochetes de silêncios»...gosto mesmo deste poema,não me tem saído da cabeça! Mas, de facto, a caixa de tabaco dá que pensar... :-)
Afixado por whyme em maio 20, 2008 11:18 PMAmigos, a intrusão de spammers levou-me a fechar os comentários. Deixei sem resposta as vossas apreciações que agora agradeço, tanto a este poema como ao anterior.
Afixado por soledade em junho 24, 2008 12:33 PM