A loucura corrói-nos os ossos
E quando nos designamos a ver isso
Já nem nos lembramos em que tempo moramos
Numa linha longitudinal
Entre este e outro sitio quaalquer
Pudera eu, o amor
E a minha loucura não seria desse metal viscoso
Mas sim uma loucura sã
Refrescando
Cantando trovas
E quem sabe
Até tudo ser apenas o meu amor
... e a minha loucura.
http://www.pleonasmo-amanha.blogspot.com
Afixado por anabela em abril 13, 2007 12:30 AME tu sorriste,
e eu perdi-me nos teus olhos,
doces como amêndoa,
que escondem o perigo da traição.
E à volta do fogo dançámos,
e mesmo antes de saltar,
ficaste marcada com
o sinal da minha culpa.
Outro dia apareceste,
sem rasto foste embora,
ficou o doce do aroma
de um beijo ausente.
Cheio e vazio,
deliciado e enjoado,
fascinado e amedrontado,
feliz...
...mas infinitamente triste.
(Um abraço de um amigo melancólico)
Caros amigos,
"José Afonso", figura ímpar da cultura portuguesa, que trilhou, desde sempre, um percurso de coerência na recusa permanente do caminho mais fácil, da acomodação, no combate ao fascismo salazarista e pela liberdade e democracia, é tema de um selo que está em 5º lugar. Precisamos do voto de todos para que se faça um selo em sua memória e em memória da Liberdade.
Num período de exaltação de valores salazaristas, devemos contrapor com os nossos defensores de Abril!
“Venham mais cinco!!
Traz um amigo também!”
VOTA [aqui]
Abril, SEMPRE!!
Davide da Costa
Afixado por maria maia em abril 21, 2007 01:38 PM