Que bom passar por aqui ainda antes de ir dormir...Gosto- mas isso é já tão habitual dizer-to que tu até já sabes porque gosto do ques escreves.
Obrigada por mais este «Entre a espiga e a mão ergue-se um muro...»- que me lembra o discurso de Lionardo na Ilha de Vénus(Lus.IX,78)
que belo, soledade!
verdadeiramente, encantou-me...
Que bonito! Com tanta calma e encantamento, e ainda assim de cortar a respiração.
Afixado por sete-sóis em julho 23, 2007 12:02 PMNo silêncio, recolho o poema. É belo.
Tarefa minha agora, sempre árdua, de saber onde o colocar no meu jardim de estrelas :)(sorriso para disfarçar a comoção...)
Beijo
Há muito que não o assinalava: mas atingiste 75000 visitas - com este poema.Já vai em 75 016...para nosso encantamento.Beijos
Afixado por AMÉLIA em julho 23, 2007 04:00 PM"sabendo nada sei calando me adormeço". Gostei muito.O poema tem todo uma imensa musicalidade, um convite à deriva. Para sul?... Um beijo.
Afixado por Graça Pires em julho 23, 2007 05:25 PMDá gosto ler o poema e reler, reler... Gosto muito. A Soledade não deixa de surpreender quem por aqui navega. Por isso as 75 000 visitas que a Amélia não deixou passar em branco. Beijos
Afixado por Ana Gil em julho 23, 2007 08:16 PM... em busca do sol...
Beijos.
Olá Soledadde! Que lindo poema!... Poderia estar numa antologia escolar, pois, às vezes, defronto-me com poemas que não têm este estro e, lá estão, naqueles manuais a preencherem espaços... e que, às vezes, não me apetece analisar!...
Obrigado por este poema que tão saborosamente partilhaste com os visitantes do blog.
É um poema que desperta ternura pelas coisas, enunciação de gestos e de sensações que tocam a alma da poeta. As referências que o poema abre, logo a seguir as fecha, mas sempre preferindo a imagem, a metáfora para melhor enunciar o real que a poeta consegue manifestar, mesmo que tenha que introduzir o paradoxo, a antítese, num constante desafio de transpor, para o poema, a verdade da imagem estética e da verdade vivenciada, mesmo quando onírica e desejada.
Parabéns, um beijo. Ismael.
que saudades tinha das tuas palavras, soledade. beijinho. J.
Afixado por jorge em julho 24, 2007 02:08 PMAmélia, como te disse noutro sítio, Camões e, através dele, Petrarca, são parte do nosso código genético cultural. Se é que isso existe. Tu achas que sim. E eu também. Alegra-me que o meu poema te tenha lembrado a fala de Lionardo às ninfas.
Beijo, boa noite
Afixado por soledade em julho 24, 2007 11:58 PMmaria m., sete-sóis, Jorge (há quanto tempo, como andas tu?) agradeço-vos a gentileza. É bom quando a nossa escrita toca outros. E a Anita que me deixa sem saber o que hei-de responder excepto o bom que é saber que ambas partilhamos o silêncio das estrelas. E do crescente (daí vê-se? aqui, hoje, neblinas). Ana Gil, quando anda por perto o mundo fica mais estável. Isto parece vir a despropósito, mas não vem e queria dizê-lo. Há pessoas que sustêm o mundo.
Ops, 75000, estou um matusalém :)
Graça, de certa forma este poema perseguiu uma música íntima, semiconsciente, tanto quanto um propósito ou uma ideia. Quanto às coordenadas espaciais (fez-me sorrir que tenha notado essa deriva) o meu rio, se algum tenho, e ao contrário dos outros rios, sobe e vai desaguar no Douro. Busca o Norte. Eu também. Um qualquer norte. Mas "derivo para sul".
Obrigada pelo comentário.
Um beijo e uma boa noite.
Renda, sobrevivemos... Agora vamos em busca do sol. Até Setembro, não é?
Beijo!
Ismael, numa antologia escolar por favor não. Os meus alunos poderiam ter "ideias" e eu não estou com energias para lhes aparar as juvenis arremetidas e a argúcia.
Estou a brincar. E ao mesmo tempo não estou. Agradeço a gentileza e o juízo a meu respeito.
Um beijo
Soledade, tenho passado todos os dias, mas não conseguia visualizar o poema, só o título e mal. Hoje, para meu espanto e contentamento VI ! Vou levá-lo para a mesa de cabeceira para o reler o me embalar. Em contrapartida, não consigo visualizar o post de hoje. Passo ámanhã para ver se me é desvendado.
Um beijo de boa noite ! Bom fim de semana e boas férias !