Os teus poemas na aparência tão simples são quase todos "pele esfolada". Porque será?
Este poema só podia mesmo ser seu :)
É lindo! Entre a ternura e a mágoa moram umas quantas coisas e uns quantos versos que são uma vida, afinal.
Bjo
ah, lindo poema onde a mágoa é uma canção suave e úmida...
beijos e saudades,
silvia
Não sei, tempodividido. Julgava eu que sabia quem era tempodividido, mas constato que não. Sejas quem fores, obrigada.
Afixado por soledade em agosto 9, 2007 11:19 AMMoram sim, Anita. E morrem devagarinho. Não me parece que a experiência da ternura possa ser anterior à da perda. Somos meigos (ou não) em crianças, mas a ternura, essa, caldeia-se na dor. Foi o que pensei quando escrevi.
beijo
Silvia, as suas palavras, como a sua amizade, é que são sempre suaves e doces. A «vida é demasiado ampla» para um poema.
Um beijo. E felicidades - pedi à Amélia que fosse minha porta-voz, mas mando ainda um beijo meu de parabéns.
Afixado por soledade em agosto 9, 2007 11:37 AMGosto desta "Companheira amável". Também o será nos encantos, que tem também os seus tempos.
Beijos
Soledade, gostei deste poema. É de ternura, sempre, que moldamos o cansaço da vida que temos e não temos... Um beijo.
Afixado por Graça Pires em agosto 9, 2007 07:26 PMvivemos. aprendemos o riso e o pranto. reconhecemos um porque conhecemos o outro.
será a ternura a outra face da mágoa?
conhecendo a ternura, somos alvos fáceis da mágoa.
magoados, necessitamos de ternura.
Lindo, lindo lindo :-D
Afixado por whyme em agosto 10, 2007 12:44 PMDos encantos também, Zef, é verdade. E lembrava-me agora daquelas amoras grandes que aí comi. Que boas eram!
Um beijo
Graça, o seu comentário é um poema que eu gostaria de escrever. É esse cansaço, sim... E no entanto continuamos a abrir as mãos no mais vulnerável dos gestos. Obrigada.
Um beijo
"vivemos. aprendemos o riso e o pranto. reconhecemos um porque conhecemos o outro."
É tão bonito o que você escreveu, maria! Obrigada.
Um beijo
whyme, obrigada :)
beijo, saudades
lindo!!!
Afixado por simplesmente em agosto 14, 2007 11:48 AMSusy, muito obrigada!
Afixado por soledade em agosto 14, 2007 11:57 AMTardia a comentar, não esqueço a ternura suave com que a dizes.Beijo
Afixado por amelia em agosto 16, 2007 09:49 PMSabe como gosto do que escreve. Mas este poema comoveu-me muito e penso exactamente consigo na resposta que escreveu à Anita. Assim como concordo fortemente com o comentário de Graça Pires ! E sem mais, um grande abraço.
água clara vestindo as palavras de fogo e sal...
um abraço amigo
Afixado por cm em agosto 30, 2007 09:43 AMSoledade
Para quando um livro?
És fantástica. "Roubei esta Ternura"... oops, é para reler e reler e reler. :-))))
beijinhos, muitos
Creio que nunca é tarde para que se diga de um poema: é belo!
(tem algo de "pour tendresse j'ai pèrdu ma vie")
Com meus aplausos,
Walter
Afixado por Walter em setembro 9, 2007 03:05 AMAmélia, Fernanda, obrigada a ambas e aproveito para recomendar o blogue da Graça Pires.
CM, o teu comentário é suave como as águas salgadas do teu blogue. Obrigada :)
Sónia, não sei para quando ou se alguma vez um livro. Vamo-nos lendo aqui, neste suporte perecível. Entretanto, agradeço as tuas palavras, a tua simpatia.
Amigo Walter, obrigada pela visita. E pela associação com o "pour tendresse".
Um abraço a todos
Afixado por soledade em setembro 11, 2007 03:55 PM