Voltaste. Um bom poema. Seco. Agrada-me.
Afixado por L. em setembro 5, 2007 11:33 PMAinda bem que já está mais perto. Poema lindo: como sempre, o quase impossível - dizer tanto em tão curto espaço. E tudo se sente e se lê.
Um grande abraço.
tão belo
e tão incisivo
na realidade do mundo!
Gosto da tua poesia. Corre dentro de ti, um rio que não se dirige só para a foz, mas também observa o que está para além das suas margens.Sinto nas tuas palavras fragmentos da vivência dos dias e o turbilhão de sentimentos que neles se desenrolam.
Sobra-nos no olhar tanta distância. Sobra-nos na voz tanto silêncio...
Gostei muito do poema. Bom regresso. Um beijo.
Procurei um poema, ou melhor... um miradouro, de onde avaliasse tudo, incluindo a própria visão, e cansei-me! ...mas desejo-te um bom ano... lectivo!
Afixado por paulo costa em setembro 7, 2007 01:51 AMJá to disse e tu sabes bem quanto gosto dos teus poemas.Mas gosto de voltar a dizer-to.Beijo, amiga.
Afixado por amelia em setembro 10, 2007 12:18 AMHá sempre um modo de dizer com beleza, e você sempre o encontra, Sol. Um beijo.
Afixado por adelaide em setembro 11, 2007 12:04 AMlembras de uma forma bela e triste, o arrepio de não dizer em tempo útil a palavra certa – e de buscar consolação na visão à distância! bj carlos p. f.
http://birdbird-birdbird.blogspot.com/
dizer qualquer coisa nunca foi simples
Afixado por Mississipi em setembro 14, 2007 04:46 AMvenho desejar um BOM ANO... com coragem!
beijos.
Parece que foi há muito tempo que escrevi neste Nocturno.
Agradeço-vos por terem vindo e peço desculpa pelo que se assemelha a descaso da minha parte, mas que é tão só, somada ao desgaste de manter um blogue durante anos, uma terrível falta de tempo. Havemos de andar à procura dele (do tempo) quando for tarde demais :( Mas assim vão as coisas.
Mando a todos um forte abraço.
Como é possível que não tenha comentado antes?
Belo, como sempre- sabes dizer as coisas mais sérias de um modo aparentemente tão simples...Gosto do todo e, em especial, do final, que decorre do que vem antes:
«Tão pouco se reparte. E dizer amor
já não é uma coisa simples.»
é, não é mesmo.
Afixado por amelia em outubro 2, 2007 11:36 AM