Não creio que sejamos estranhos a essas ternuras «de amor sublime». Entendendo-as, sentindo-as, nelas tantas e tantas vezes buscamos, consciente ou inconscientemente, a indelével âncora, o sólido alicerce que nos permite, sem derivas de dores maiores, a íntegra assumpção do nosso SER.
Excelente post. Corrijo:excelente postes.Soberba, a fotografia.
rosinh@
Afixado por rosinh@ em setembro 9, 2007 01:36 PM
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