poeta fascinante mas difícil. a aguarela é muito bonita, parece uma iluminura :P
Afixado por ilia em outubro 16, 2007 08:40 PMA roda no coração da criança gira mais depressa que a do moinho. Rupturas, iniciações... Bem bonito.
Afixado por josé em outubro 17, 2007 10:16 AM:)
L'insouciance et la douleur...déjà.
Roubei a aguarela, tinha-a a preto e branco.
Beijinho
Que lindo! Que lindo!!!...
Ai a frescura que ainda não veio ( quer dizer chegou em forma de poema em francês!)... aqui também não e eu , ao contrário de ti, não tenho pressa. Gosto assim destas manhãs e destas tardes de serenidade , sem vento sem frio...
Beijos.
J'avais dix ans... Le soleil chantait...
René Char: o poeta que eu aprendi a amar.
Um beijo Soledade
Se partir do pressuposto de que o nome pode ser uma espécie de "sítio" (topos) que define aquilo que é, então a declaração do nome parece uma arriscada exposição.
Não conheço Char. Gostei do poema, sobretudo do incêndio branco do moinho.
Nada tenho dito,mas fiquei feliz lendo/relendo Char.Beijo da Amélia
Afixado por amélia em outubro 19, 2007 09:21 AMFico contente por gostarem do Char. É um dos meus poetas e sabe bem partilhar o que amamos. Esta aguarela (e outras) encontrei-a na Télérama comemorativa dos 100 anos du "géant magnétique".
Peço desculpa a todos pelo meu silêncio e agradeço a gentileza dos vossos comentários que abrem novas zonas de luz em Char, o poeta misterioso.
Uma boa semana a todos