Comentários: Novembro

Um poema bonito é aquele que se lê com gosto da primeira vez;um poema bom é io que se lê e relê e volta a reler com o mesmo ou ainda maior gosto...Beijo

Afixado por amélia em novembro 1, 2007 09:10 PM

Oxalá, minha amiga!
Bj

Afixado por soledade em novembro 1, 2007 09:58 PM

Os amigos chegam –
trazem os sons de fora, adiam a morte.
Gostei imenso do poema, Soledade. E da coincidência... Um beijo.

Afixado por Graça Pires em novembro 1, 2007 10:39 PM

Adiam a morte porque são a vida.
Reeeeeler (como diz Amélia), pausadamente, com passos velhos e olhos novos.

Afixado por cxara em novembro 1, 2007 11:27 PM

Não devemos prolongar o nosso sono, sabendo que existe todos os dias uma manhã a despertar.A morte que o teu poema fala, é a que podemos adiar, cada dia que passa e depende de nós, dos amigos que chegam, sobretudo quando é Novembro ...

Afixado por Carlos Rodrigues em novembro 2, 2007 03:44 PM

Eu cá gostei tanto de saber como era antes da chegada dos amigos, essa calmaria e o convívio com os objectos. Gosto do "prato que foi de amêndoas em páscoa de aldeia".
Flash back a preto e branco e depois travelling. É como se a janela da foto se abrisse e deixasse entrar o vento e a saudação dos amigos: as cortinas esvoaçavam, as folhas soltas voavam e, sei lá, os amigos talvez trouxessem umas castanhas para dar uso ao prato que foi de amêndoas.
Adiamos o quanto podemos...
Beijinho

Afixado por ana assunção em novembro 4, 2007 12:49 AM

é silencioso o espaço interior. não é um silêncio alegre, como dantes. as janelas que aparecem agora nos seus poemas e nas suas fotos são um convite à vida. os amigos e os sons de fora também e percebe-se um grande desejo de evasão.

Afixado por ilia em novembro 5, 2007 03:25 PM

Belo poema.
Contém tanta emoção de silêncio e chuva delicada...

Beijo,

mariah

Afixado por mariah em novembro 5, 2007 05:13 PM

É muito lindo este poema e os outros que li e descobri que tem o mesmo fado que eu :(

Afixado por T.A. em novembro 5, 2007 05:40 PM

gosto tanto, soledade!

a acompanhar uma uma imagem única, bela, um poema único, belo!
e o dístico final... belíssimo!

Afixado por maria m. em novembro 6, 2007 10:02 AM

Está um lindo poema, gosto principalmente da ultimas frases, que sao aquelas que das quais tenho mais saudades, amigos, os sons, a ideia do adiar da morte. A imagem fica muito bem com o poema.

Os melhores cumprimentos... Beijoes e muitos xi-corações
Sílvia Lopes

Afixado por Silvia Lopes em novembro 7, 2007 08:41 AM

Se os objectos quotidianos e os silêncios tépidos que erguemos para nos resguardarem da aspereza (e da estupidez) dos dias são um conforto, os amigos, a súbita entrada da luz e do som quebram as rotinas e desarrumam tudo. A vida é um maravilhoso sobressalto se nos atrevemos.Entretanto, "adiamos quanto podemos", diz a Ana., e é bem verdade.
Obrigada a todos por terem vindo em Novembro, agradeço à Amélia, à Graça, ao caxara, ao Carlos, à mariah que gosto muito de acolher aqui, à Anita, à T.A. que já descobri porque me diz que partilhamos o mesmo fado (vá lá, coragem...), à maria m. e hoje, em especial, às minhas jovens amigas, à ilia que me "psicanaliza", quem diria :) e à Silvia que traz xi-corações.

Afixado por soledade em novembro 9, 2007 01:47 AM

Sílvia, aqui está a resposta individual que pediste, gostei de te rever há minutos, estás com ar alegre :)
Beijinho, estuda, porta-te bem e diverte-te!

Afixado por soledade em novembro 9, 2007 02:47 PM

Cheguei e... tanta coisa bela para ler ! Estive assim tanto tempo sem passar por aqui ? Mas soube-me tão bem ler este poema, Soledade ! Bem sabe que sim! E depois, faço minhas as palavras da Anita, tão inspirada e tão bem.
Ámanhã converso mais consigo, está bem ? Começo agora a sentir aquele cansaço bom, depois das viagens e vou aproveitar ... lendo.
Grande abraço.

Afixado por fernanda s.m. em novembro 14, 2007 09:23 PM