Os possessivos esparramando-se em quase auto-retrato, em quase auto-biografia, em quase declaração de intenção, em quase hino de amor, em quase bonança, em quase intemporalidade, do ontem-hoje-amanhã, em quase água doce, em quase feitiço-abrigo, ... em quase sentir!
(“Se ao menos eu permanecesse aquém…”, in “Quase” de Mário de Sá-Carneiro)
rosinh@
Em cargueiros, petroleiros, barcos de pesca, cacilheiros, um ou outro veleiro, até num luxuoso iate..., muitos mares percorri.Mas, meu Tenente, um dia pelos 40 atraquei e descobri a minha feiticeira o meu porto seguro de abrigo e que nunca me faltou com as compressas nem com as mezinhas. A mesma sorte lhe desejo, meu Tenente-Almirante!
Um abraço de São Martinho,
todocheiodenovehoras
Afixado por cnh em novembro 11, 2007 12:01 PM
Cabo!
É tarde e sono já há…mas não resisto a dizer-te que terão sido as viagens que te fizeram apreciar mais o regresso!
Eu fui marcado por uma meninice e juventude num tropical clima de abundância e desenvoltura, apanágio de Moçambique, mas também esse exílio me fez amar à distância Lisboa e as províncias europeias de Portugal – até as cores das moçoilas eram para mim motivo de atracção, face ao ar bronzeado/esverdeado que o Índico nos emprestava!
A distância apura e revela muito que em proximidade nos escaparia!
Começo a escrever uma novela e acabo com um livro de receitas…
É tarde…um abraço!
Lembras-te quanto recebias de pré, nos anos 60/70?
Abraça-te o ex-tenente ex-engenheiro ex-professor, aprendiz de poeta! cpfeio
            sentir