Comentários: Há quase um ano

"[...]como se os deuses no-lo dessem o fazemos.
porém [...]"
pensar- a actividade mais maravilhosa que o homem pode fazer, mas também um pequeno impecilho para a aventura de ser;alguns escrevem como quem respira, outros como quem faz os outros respirar;
Pessoa não poderia ter outro nome:todos estamos lá.
Um abraço.

Afixado por cxara em novembro 11, 2007 04:55 PM

É sempre com um gosto enorme que leio Pessoa. Também me encontro nele. Também, tal como ele tenho saudades de mim e do tempo em que os versos vinham de nada.
Um beijo Soledade.

Afixado por Graça Pires em novembro 11, 2007 06:42 PM

Lindissimo! Desconhecia tal poema de Fernando Pessoa, é realmente bonito o que descreve...senti como se fosse para "mim":)

(envio o link do blog, é só clicar no meu nome :P)

Sílvia

Afixado por Sílvia Lopes em novembro 11, 2007 08:40 PM

Uma das graças do Fernando Pessoa. Foi tanta gente, que até parece que continua a ser nós. Às tantas continua mesmo, o malando. Sempre tive aquela sensação de que as pessoas se identificam com muito do que ele diz. Expressa inúmeros dos recantos da alma.

Afixado por sete-sóis em novembro 12, 2007 12:21 PM

cxara, essa citação é óptima! Porém... Ah, pensar às vezes paraliza-nos. E o Poeta bem o soube!
Um beijo

Afixado por soledade em novembro 12, 2007 05:50 PM

Graça, aquela coisa da inocência de que falei no seu blogue. Saudades de nós quando (retomando as metáforas do cxara), inspirávamos como se todo o ar do mundo fosse nosso, e as palavras, brinquedos coloridos.
Um beijo

Afixado por soledade em novembro 12, 2007 05:52 PM

Ele toca-nos, não é Sílvia? Este poema não é dos mais conhecidos, mas, justamente...

Fui ao teu blogue. É bom ter um projecto.
Beijo

Afixado por soledade em novembro 12, 2007 05:58 PM

"O malandro" - gosto de te ouvir chamares-lhe assim, Luís :) Concordo contigo, ele penetrou nos recônditos do Humano e estamos lá todos, um retrato de família.
Um beijo para ti.

Afixado por soledade em novembro 12, 2007 06:19 PM

...eu fico caladinha, por uma vez, em relação ao Enorme e sempre pequenino menino da sua mãe e de tantos nomes...
Uma boa escolha: snmpre nos revemos nele, não é? [Para quem começou dizendo que ficava caladinha não está nada mal, nã senhor...-:)]

Afixado por amelia em novembro 12, 2007 06:46 PM

Tu não és capaz de ficar caladinha em se tratando do Fernando, e ainda bem :)
Beijinho

Afixado por soledade em novembro 12, 2007 07:05 PM

A alma cada vez menos "alheada". Uma factura passada por vivermos, aprendermos e querermos saber cada vez mais e afinal acabarmos por concluir que perdemos a inocência, afinal aprendemos tão pouco, ou melhor, há quase tudo para aprender. O tempo da inocência traz-nos saudades e pensar pesa-nos ("paralisa-nos" talvez seja um pouco pesado, Soledade).Ao Pessoa, grande "malandro", isto não poderia passar ao lado.

Afixado por carlos rodrigues em novembro 13, 2007 11:13 PM