Muito bonito.
Afixado por Fernando Dinis em novembro 15, 2007 08:08 AMO ciclo da natureza traz-nos os seus fenómenos de volta. Nós, só temos a capacidade de trazer as memórias. A nossa magia é mais modesta...
Poema escrito com a força sentimental de uma terra com muito húmus.
Carlos
Tão belo quando nostálgico e triste e magoado.Beijo amigo
Afixado por amelia em novembro 15, 2007 11:29 AMCorrijo:onde se lê quando deve ler-se quanto
Afixado por amelia em novembro 15, 2007 11:30 AMdióspiros... gostaria de conhecer mais nomes de flores, e saber como elas cheiram
Afixado por Mississipi em novembro 15, 2007 01:48 PMUm encontro. A partilha da sede e da água.
"o lume, a cadência dos versos"... A nostalgia de uma festa íntima.
Um belo poema Soledade. Um beijo.
Bom poema.
Fico esperando mais.
Abraço.
Não possuímos as memórias, não é?, pois de contrário não precisaríamos de as convidar a ficarem connosco.
Já não apetece dizer nada- apenas ler-reler-ler.
Que magnífico poema!
mt lindo !!!! tao giro!!!! mas eu fasso melhor!!
Andar pelas "galerias da alma" e ter a serenidade de quem lhes desce ao coração: quem não gosta da cor dos diospiros?
Gosto muito.
Beijo
Tenho de pedir desculpa aos amigos: alterei o poema depois de o ter publicado, e alguns comentários são anteriores às alterações. O blogue permite (e propicia) este "work in progress" que pode ser uma espécie de inferno: a cada leitura, a descoberta de uma imperfeição. Há um amigo que às vezes me diz: "Lá estragaste outro poema". Talvez sim, ou talvez não.
Escrever também tem os seus riscos e, como diz o Carlos, "a nossa magia é [...] modesta", se comparada à dos ciclos do tempo. E à da própria memória - que nem essa possuímos, não é cxara?. E por isso a convocamos. E se ela vem, pode ser ainda a "festa íntima", como diz a Graça.
Daniel, você conhece os diospiros: no Brasil são chamados caquis. Quanto à flor de tília, devo-lhe carta há tanto tempo, que até tenho vergonha, e talvez me possa remir se lhe escrever uma carta postal com flores de tília dentro. Gosto dessas coisas :)
E gosto das palavras do Zef. Lembro Pasárgada, lembro o pequeno diospireiro generoso. Como se terá ele portado este ano?
Fernando, Carlos, Amélia, cxara, São, Graça, Fernanda, Daniel, Zef, obrigada pela vossa vinda.
como que uma nostalgia, uma saudade, do amor, das coisas belas... muito bonito!
Afixado por maria m. em novembro 16, 2007 09:42 PMSão as palavras redondas para este tempo paradoxal, de cores e de sol frios... a arrastar a chuva não tarda nada e as geadas já se escondem em abrigos perigosos... Uma beleza os seus poemas ...
Beijos. Bom fim de semana.
E uma bela fogueira acesa, e um copo de "vinho" na mão, com um belo livro para ler :P
Afixado por Silvia em novembro 17, 2007 07:07 PMObrigada, maria, pelo teu olhar sempre sensível. renda, há que tempo não te visito, e tenho saudades da menina das trancinhas que também escreve poemas. Sílvia, bom programa, agora que o frio chegou. É um convite? :-)
Afixado por soledade em novembro 18, 2007 11:02 PMEm Portugal caquis são diospiros? Ainda bem que aqui são caquis. Gosto da imagem "o silêncio mastiga o tempo tenebroso".
Saudades de ti. beijo
É sim, um dia destes :) era agradavel :)
Afixado por silvia em novembro 19, 2007 11:29 AMEnganei-me no blog, lol... http://estadosespirto.blogs.sapo.pt/
Bisite
Marília, um amigo comum disse-me que a tua poesia mudou, e que eu deveria ir lê-la. Tenho de ir. Por falar em Caquis, o Adair tem um popema que eu adoro sobre caquis. E foi assim que eu soube que os nossos diospiros e os vossos caquis... Tenho saudades também.
Beijo
Então não era, Sílvia? Numa tarde de temporal, como a de hoje. Mas hoje é dia de trabalho...
Beijinho
Que inverno mais doce, o deste poema. Quente, acolhedor, com as palavras a crepitar num embalo de brisa. Que belo, Soledade!
Beijinho
Rita, um comentário apreciativo vindo de ti enche-me de orgulho. Obrigada!
Um beijo (e até breve, espero!)