Béjart, a arte de dançar sem perder a verticalidade, mesmo quando a coreografia exigia milagres. Talvez farto de dores nas costas, deixou-nos. Ou, quem sabe, farto de cretinos, ditadores e democratas de aviário. Ficou a memória e o exemplo: rastejando nunca se é grande!
Afixado por JC em novembro 26, 2007 10:23 AM