Quantas vezes não me vejo obrigada a pousar a mão no peito, buscando o pulsar de um coração para ter a certeza de que estou verdadeiramente viva. Tantas... porque um corpo não é uma vida e muitas vezes não sinto a minha alma. Sinto medo mas não me acho cobarde. Não acho porque ha muito me disseram que a coragem não era a ausencia de medo mas uma força que nos ajuda a superá-lo. E, quando nos esforçamos, vemos que há vida e que, se ela acabasse neste momento, neste mesmo momento em que achamos apenas existir, havia uma pessoa ou alguma coisa que nos faria uma enorme falta. A dor que isso causa pode não ser boa... mas é um sentimento que chega para provar que sentimos e, como tal, estamos vivos.
Amei o texto, boa escolha!
Afixado por Marina em novembro 29, 2007 02:38 PMChega a noite e não consigo perceber quantos dias se passaram. Já não sinto a vida dentro de mim... sou simplesmente um corpo, uma concha fria e vazia, quiçá abandonada, que nem sei se valerá a pena apreciar.
obrigada pela inspiração*
Afixado por Ana Silva em novembro 30, 2007 02:10 AMEste é um dos melhores sítios para tomar café diariamente. Não há nada como tomar um cafezinho e ler coisas como as que leio aqui diariamente. Parabéns :)
Afixado por Daniela em dezembro 1, 2007 01:35 PMO Poetry está diferente,foi a pouco e pouco... mas está diferente! Saudades do antigamente!!!
Afixado por Cristina em dezembro 2, 2007 08:07 PMEu continuarei a servir os cafés quentinhos enquanto houver assim gente que goste de poesia como vocês.
É por vocês que as portas se abrem todos os dias.
Cristina... mmmm... diz-me em concreto do quê, que eu tentarei trazer de volta. Obrigado pelo feedback.
Afixado por Nuno em janeiro 5, 2008 02:54 PMI don't understand almost anything, I must admit, but, who gave you the permission to submit this?
Not me for sure.