Dorme,
no teu quarto escuro
onde se transformam todos os silêncios
e se depuram todos os sonhos e ilusões.
Dorme,
até que te deixem acordar
e que os teus olhos ao abrirem-se
te recordem que ainda sabes como sorrir.
mto bonito este poema Apenas alguém. Só tenho pena que não tenhas deixado um mail de contacto para que te possa responder :) beijinho
Afixado por fairy_morgaine em novembro 30, 2007 07:40 AMHá tempos e espaços que são apenas nossos e ninguém tem o direito de invadir, ainda que um carinho e um conforto sejam possíveis e façam sentido.
Fez-me sentido identificar-me apenas o suficiente para poder olhar-te nos olhos e levar-te essas palavra sem te obrigar a olhares pela janela antes que o dia te possa parecer menos cinzento...
Com um carinho imenso.
Com um beijo imenso também, se assim mo permitires.
Espero que ao acordares desse sono, todas as imperfeições te pareçam agora diferentes, e que ames, e que sigas em frente, e que vivas... feliz.
Afixado por Sandro em dezembro 10, 2007 11:49 AMQuerida Sílvia
O tempo passa, mas não atua escrita e a minha leitura...
Festas felizes!
um beijo
Daniel
"Aprendi os caminhos de mim como quem aprende ler o sal nas mãos de quem amou."
Escreves silêncios como ninguém, é maravilhoso ler-te... :)
Todos os dias venho aqui à espera de um novo poema. São maravilhosos.
Um beijo. : D
Afixado por Cláudia em dezembro 17, 2007 01:07 PM