tal e qual uma aguarela. e tudo está imóvel ao frio e à espera. muito bonito.
Afixado por ilia em dezembro 13, 2007 09:53 AMmuito bonito este poema, pleno de sensações, como se de uma tela musical...
Afixado por maria m. em dezembro 13, 2007 10:57 AMA difícil perfeição, a beleza total. Um auge. Não fique encabulada, sorria :)
Afixado por mb em dezembro 13, 2007 01:49 PMHá coisas que nos fazem ganhar o dia.
Hoje já o ganhei!
Beijos
Uma balada de Outono, em que os instrumentos desenham uma suave melodia de harmonia abstracta, as mãos tocam leves nos instrumentos e soa muito perto do silêncio. Fluente o improviso, tarefa que exige atenção ao "ouvido".
E até a Lua parece mais fria... Mas com sensibilidade tal, Soledade, no "sentir" e no dizer, consegue aquecer a nossa alma. Bem sabe como aprecio este seu dizer. Parafraseando o Zef: já aqueci o dia.
Beijos, Amiga.
Uma iminência assim anunciada... só pode uma eminência!
Afixado por cxara em dezembro 13, 2007 11:33 PMÉ lindo - e já to tinha dito noutro lugar...Bom fim de semana,poeta!
Afixado por amélia em dezembro 14, 2007 05:32 PMAté se sente a pureza do frio...num dia como esse!!!
Bom fim de semana.
Por acordar muito cedo, pude constatar que o seu poema tinha tomado forma, ali num jardim adormecido.
Nem faltou o pássaro do Braque que ao pousar deixou uma pequena e estranha mensagem na telha branca :)
Beijinho
Outono. A luz fatigada do poente. A lua. O frio.
A noite: lugar desabrigado.
Um beijo
Foi bom passar por aqui. Também eu "ganhei o dia".
Afixado por Dores em dezembro 16, 2007 10:55 PMParece que nunca pára de surgir poesia bonita neste blog, daquela que dá vontade de viver e cantar. Ou de parar a ouvir o vento nos galhos ao luar.
Feliz Natal, Soledade!
Um beijo
Afixado por R.Joanna em dezembro 18, 2007 03:21 PMObrigada, ilia. Agora nada está imóvel, o vento leva-nos pelos ares, este vento que sopra do lado errado.
Boas festas!
Obrigada, maria m., pelo teu comentário, sempre atento. Essa atenção - a leitura - é uma forma especial de gentileza.
Um beiijo
Mas eu fico encabulada, mb :)
Um beijo
Então também ganhei o meu, Zef! Fico muito contente quando gosta assim de alguma coisa que eu escreva!:)
Um beijo
Carlos, as tuas palavras têm a delicadeza que eu gostaria que o pequeno poema dissesse. Obrigada!
Afixado por soledade em dezembro 19, 2007 04:46 PMGentileza sua, Fernanda. Mas é certo que a lua em certas noites de inverno e outono parece de gelo e prata. Tão bonita! E a noite fica limpa no silêncio das geadas. Adoro essas noites. E são tão raras aqui. Mas eu não sou daqui.
Obrigada por me chamar Amiga :)
Um beijinho
cxara, um meu amigo poeta embirrou com o título deste poema por lhe lembrar "eminência". O teu trocadilho fez-me sorrir :) Obrigada!
Afixado por soledade em dezembro 19, 2007 04:55 PMPois já tinhas dito, Amélia :)
Ana, as coisas tomam forma no fundo da noite, não é? E surpreendem-nos ao amanhecer, na sua estranheza de novidade. E notou o pássaro branco do Braque! :) Creio que este desenho dele é também uma das ilustrações para o Char.
Um beijinho
Graça, a noite fria e quieta é mesmo um lugar desabrigado. Desabitado. Mas enche-nos os olhos de luz! Agora divago. Tenho saudades de casa...
Um beijo para si
Dores, a sorte é minha. Porque vem ler os meus poemas. E por tê-la conhecido :)
Um beijo
renda, esteve muito frio, aí, não foi? A gente dá voltas, dá voltas, mas torna sempre a casa.
Um beijinho. E boa interrupção lectiva!
R. Joanna, muito obrigada! Um beijinho muito especial para ti e que o novo ano te traga mais "coisas" maravilhosas :)
Afixado por soledade em dezembro 19, 2007 05:20 PM