Lindamente escrito e perfeitamente descritos sentimentos que por vezes nos acontecem e que de alguma forma nos fazem sentir ...vivos, apesar da tristeza.
Afixado por António "Nito" Viana em janeiro 7, 2008 06:46 PMUm texto muito bom, absolutamente cativante. Espero que continues a escrever e a partilhar connosco :)
Música fantástica Nuno, como sempre. O café de hoje teve um sabor especial ;)
Afixado por Maria em janeiro 7, 2008 07:55 PMFilipe, permite-me o tratamento por “tu”.
Intitulas este teu magnífico texto de “Mar de dúvidas”... não creio que o seja!... Não há dúvidas neste “desabafo”. Há sim, um mar de sentimentos ou um mar de certezas.
Que nunca te arrependas dum acto gerado pelos gritos do coração e da alma!... E, não, o amor não reduz o Homem, antes pelo contrário, o amor fortalece-o... dá-lhe ânimo para continuar a lutar, às vezes até inconscientemente... É na luta pelos nossos sonhos, desejos, convicções, que está a verdadeira essência e sentido da vida!... Prova do que acabo de dizer é este teu texto. Gostei muito, muito... não apenas pelo seu conteúdo mas também pela forma como narraste sentimentos.
Obrigada Filipe, pela partilha, pelo momento de aprazível leitura que me proporcionaste.
Nuno,
Magnifico o texto do Filipe. Tal como tu, reli-o inúmeras vezes. Mais um a fazer jus a este espaço!
Sem querer repetir-me agradeço-te, mais uma vez, as tuas palavras... não me sinto merecedora de tanto!...
Deixa-me ainda e também felicitar-te pelas excelentes escolhas musicais... sempre criteriosamente seleccionadas!
Cumprimentos a ambos.
Bem... Litinha, o Filipe enviou o texto sem título, fui eu que tive que, depois de tanto o relêr, chamar assim.
O mar imenso de talento é o que vejo neste texto, mas não o podia chamar assim. (hihihi) Por isso chamei-lhe mar de dúvidas, porque o amor anda sempre de mão dada com a incerteza do amar.
Os elogios aos teus espaços são merecidos.
Quanto à musica meninas, aconselho-vos a procurar na net a Natacha Atlas, ela é senhora e dona de muitas e inesqueciveis musicas.
Afixado por Nuno em janeiro 8, 2008 12:40 PMNuno :)))
Ai foste tu!!! :)))
Mil desculpas ao Filipe! :)
Mais uma vez concordo contigo... um verdadeiro mar imenso de talento!
Quanto à música, Nuno, antecipei-me ao teu conselho... nem calculas quantas já recolhi! :)
Beijinhos.
Afixado por Litinha em janeiro 8, 2008 01:24 PM...sem comentários.
Apenas várias lágrimas unidas pela razão suprema da tua alma fêmea...
Bonito texto, e exelente blog.
Vou sem dúvida passar a tomar o café mais vezes aqui no Poetry.
Um abraço a todos.
bem fizeste me rever a minha vida ultimamente.
concordo plenamente mar de talento
Ele chamava-se Renato....e a história foi tal e qual como a descreveste. 6 anos depois, parece que foi apenas ontem...
Parabéns Filipe.
Afixado por Helena em janeiro 10, 2008 10:32 PMLeio distraidamente as primeiras linhas, logo percebo que não era naquele dia que deveria ler um texto assim.
Noutra noite, passo por aqui e já como que uma obsessão os meus olhos procuram este texto e nele correm ávidos várias vezes, até as lágrimas me toldarem a visão e simplesmente não conseguir estar na realidade.
Nesta madrugada sinto-me capaz de escrever.
Filipe, o texto tem sentimentos que correm livres em cada espaço das letras e parece que saltam do ecrã, indo tocar no mais profundo do coração de quem o lê. O teu nome, por ironia, ainda enfatiza o que sinto, e deixa-me realmente...
Um grande Obrigada, ...pouco a dizer para o mar de sensações aqui magnificamente apresentado ^^
De facto é daqueles que dá sempre vontade de ler e reler. Espero que o Filipe continue a enviar-nos mais textos.
Afixado por Nuno em janeiro 13, 2008 03:20 PMgostei deste texto. Na minha opinião é raro aparecerem aqui textos que prendam, e este agarrou-me. Aproveito para desejar bom ano.
Afixado por lobo em janeiro 22, 2008 09:42 PMNão consigo descrever o sentimento que me provoca ler este texto.
Deparei-me com este blog por pura coincidência e não consegui parar de ler.
Apenas contemplar o teu nome, "Filipe" me provoca um arrepio de tristeza e ao mesmo tempo de puro prazer..
Fez-me bem ler o teu texto..penso eu..nem sei bem..sei que é lindo e verdadeiro..e que o vou reler vezes sem conta..
Estava a escrever agora ao "meu" Filipe..
Vou partilhar contigo porque já não o vou partilhar com mais ninguém..perdi as forças..
"Por vezes o dia prega-nos partidas que nem a noite escura, serena, iluminada pela mais bela das luas, consegue apagar..
Hoje é um desses dias.
Fiquei suspensa apenas por um fio entre a realidade e a ilusão..
Não consigo escolher onde quero estar.
Tenho que me apressar, o fio é fraco..Quebra..
Mas nem mesmo assim o meu coração bate..não sinto nada..
A luz da minha Alma apagou.
Não ouço o som do meu respirar.
Não ouço o cantar dos passaros, não vejo o pôr do sol, não sinto as ondas a chocarem em mim, não sinto a areia entre os dedos..
Tento dar um passo, mas sou sugada para trás.
Quero sair deste buraco negro onde caí.
Quero uma luz que me guie...
Quero umas asas que me transportem de volta ao meu caminho..
Não entendo o porquê de ter que ser assim..
Que se parta o fio.
Perdi parte de mim..
Perdi a noção de quem sou.
Preciso sentir outra vez..
Um beijo
Simplesmente fantástico... entendo cada uma das tuas palavras... a este texto chamaria o reflexo da minha alma...
Afixado por helena em outubro 3, 2009 08:10 PM