Belo poema do Paulo!Gostei de lê-lo.
Afixado por amelia em janeiro 11, 2008 09:58 AMLerás o livro todo em breve e gostarás ainda mais. Tenho cá o teu exemplar :)
E A Esquerda da Vírgula fez uma resenha crítica que também vale a pena ler. Aqui: http://esquerda-da-virgula.blogspot.com/2008/01/poesia-no-h-de-morrer.html
Beijinho, bom fim de semana
Afixado por sol em janeiro 11, 2008 04:03 PMEsta chuva é feroz, como um bando de mercenários sem salário; a libertação do punhado de estrelas é, no entanto, um sintoma da sua derrota.
Um abraço.
Bom fim-de-semana.
Já tinha lido no à esquerda da vírgula, também.Beijos
Afixado por amelia em janeiro 11, 2008 11:26 PMcxara, há poemas no "Pêndulo" de que gosto mais, mas este "Rasto de Madrugada" foi o que reli nesse dia, porque precisei de o ler.
Gostei muito da sua analogia ao referir-se à chuva, "feroz como um bando de mercenários sem salário". É essa a minha leitura também. O que me recorda que o penúltimo poema do "Pêndulo", intitulado "O Palco dos Dez Mil Poetas", termina assim:
«e se no final formos vencidos pela vida
pois que cantemos a saudade ou rebentemos os miolos
para outros mais jovens nos tomarem o lugar»
É uma afirmação vibrante, para um jovem poeta.
Um abraço
Soledade
Estive lá no dia em que se celebrou esta publicação. Também tenho o livro :)
Execelentes poemas, sem dúvida. Mais do que isso, um desejo de diferença, uma não resignação. "O Palco dos Dez Mil Poetas" é um dos melhores exemplos disso.
Viva a jovem poesia, e a mais antiga! :D
Afixado por R.Joanna em janeiro 25, 2008 06:46 PMFaço minhas as tuas palavras, R. Joanna. E lamento imenso não ter estado convosco nesse dia, na Casa Pessoa.
Beijinho