Comentários: Vespertino

não tenho palavras para este espantoso poema. é lindíssimo!

Afixado por maria m. em março 22, 2008 10:31 AM

Maravilha, Sol! Que bom lê-lo por esta manhã chuvosa - e sempre que voltar a ele!Posso divulgá-lo?
Beijo

Afixado por amelia em março 22, 2008 10:53 AM

Muito belo o teu poema e, nessa continuação de bela em floração,deixo votos de uma Boa Páscoa para ti...
Morfeu/F

Afixado por morfeu em março 22, 2008 11:20 AM

Lindo! Guardado para ler mais tarde, em silêncio e só, depois do "grupo dos 15" se ter ido embora...
bjs.

Afixado por fernanda s.m. em março 22, 2008 12:51 PM

Sol querida:
Para mim, daqui da minha selva, num sábado nublado, canto a aleluia por ter chegado e conhecido teu espaço poético. Tua poesia, sempre que pude ter acesso, me freqüenta. Andava suadoso dela, mas me afogo nesse belo poema. Sempre me regi pela 'gramática do silêncio'. Parabéns e Feliz Páscoa!

Afixado por Anibal Beça em março 22, 2008 02:42 PM

Sol,

Tocou-me o poema. Muito.
Tanta beleza no desconsolo.


Beijo,
Silvia

Afixado por Silvia Chueire em março 22, 2008 07:38 PM

maria m., este poema ficou tanto tempo no estaleiro e eu tinha tantas dúvidas... Obrigada! E boa Páscoa!
Beijinho

Afixado por soledade em março 23, 2008 01:52 PM

Podes sempre divulgar, Amélia, eu é que te agradeço. Já agora, há um poema do Adair que dialoga com este, vou ver se to mando.
Beijinho, até logo :)

Afixado por soledade em março 23, 2008 01:54 PM

E eu retribuo, Francisco. E agradeço-te a visita, desejando-te bom descanso e muita força para a nova etapa.
Uma Páscoa cheia de luz para ti e para os teus!
Abraço

Afixado por soledade em março 23, 2008 01:56 PM

Obrigada, Fernanda. Por várias razões :)
Desejo-lhe um dia muito feliz, na companhia do seu clã.
Um beijo amigo

Afixado por soledade em março 23, 2008 01:57 PM

Anibal, que surpresa boa! Fico sem jeito, "encabulada" com as suas palavras :)
Também eu tinha saudades da sua presença sábia e da sua poesia, e fico contente por este reencontro que devo à Frô.
O meu abraço e admiração, daqui até Manaus!

Afixado por soledade em março 23, 2008 02:01 PM

Silvia, minha amiga, você *lê* sempre.
Agora veja se se apressa e traz a Primavera! :)
Beijo!

Afixado por soledade em março 23, 2008 02:04 PM

Das palavras e do silêncio. Do amor e da solidão.
Belo poema. Um beijo Soledade.

Afixado por Graça Pires em março 24, 2008 07:18 PM

não há mundo fora das palavras e nisto reside a miséria e a glória da nossa condição.será que também o amor se vive nas palvras ou pelas palavras?

obrigado
um abraço

Afixado por cxara em março 27, 2008 12:34 AM

Soledade
Há quanto tempo...
Não vinha aqui só para dizer isto: de repente, apeguei-me às sílabas e ao silêncio(é gramática que ando a praticar...)
Gosto muito.
Beijinhos

Afixado por zef em abril 4, 2008 09:33 PM

Graça, muito obrigada :)
Um beijo

Afixado por soledade em abril 8, 2008 09:52 PM

Ah, cxara, o amor também se faz de palavras, não duvide! As palavras são feiticeiras. O excerto que cito é das "Lettres Portugaises", em tradução de Eugénio de Andrade.
Um abraço

Afixado por soledade em abril 8, 2008 09:54 PM

Zef, vamos ficando uns navegantes cansados e apetece-nos o silêncio. Ao contrário de Kavafis, apetece-nos Ítaca. Passei na Voz da Romãzeira, passei em silêncio, mas lá senti o aconchego e a beleza de sempre.
Beijos para todos em Pasárgada

Afixado por soledade em abril 8, 2008 09:57 PM