não tenho palavras para este espantoso poema. é lindíssimo!
Afixado por maria m. em março 22, 2008 10:31 AMMaravilha, Sol! Que bom lê-lo por esta manhã chuvosa - e sempre que voltar a ele!Posso divulgá-lo?
Beijo
Muito belo o teu poema e, nessa continuação de bela em floração,deixo votos de uma Boa Páscoa para ti...
Morfeu/F
Lindo! Guardado para ler mais tarde, em silêncio e só, depois do "grupo dos 15" se ter ido embora...
bjs.
Sol querida:
Para mim, daqui da minha selva, num sábado nublado, canto a aleluia por ter chegado e conhecido teu espaço poético. Tua poesia, sempre que pude ter acesso, me freqüenta. Andava suadoso dela, mas me afogo nesse belo poema. Sempre me regi pela 'gramática do silêncio'. Parabéns e Feliz Páscoa!
Sol,
Tocou-me o poema. Muito.
Tanta beleza no desconsolo.
Beijo,
Silvia
maria m., este poema ficou tanto tempo no estaleiro e eu tinha tantas dúvidas... Obrigada! E boa Páscoa!
Beijinho
Podes sempre divulgar, Amélia, eu é que te agradeço. Já agora, há um poema do Adair que dialoga com este, vou ver se to mando.
Beijinho, até logo :)
E eu retribuo, Francisco. E agradeço-te a visita, desejando-te bom descanso e muita força para a nova etapa.
Uma Páscoa cheia de luz para ti e para os teus!
Abraço
Obrigada, Fernanda. Por várias razões :)
Desejo-lhe um dia muito feliz, na companhia do seu clã.
Um beijo amigo
Anibal, que surpresa boa! Fico sem jeito, "encabulada" com as suas palavras :)
Também eu tinha saudades da sua presença sábia e da sua poesia, e fico contente por este reencontro que devo à Frô.
O meu abraço e admiração, daqui até Manaus!
Silvia, minha amiga, você *lê* sempre.
Agora veja se se apressa e traz a Primavera! :)
Beijo!
Das palavras e do silêncio. Do amor e da solidão.
Belo poema. Um beijo Soledade.
não há mundo fora das palavras e nisto reside a miséria e a glória da nossa condição.será que também o amor se vive nas palvras ou pelas palavras?
obrigado
um abraço
Soledade
Há quanto tempo...
Não vinha aqui só para dizer isto: de repente, apeguei-me às sílabas e ao silêncio(é gramática que ando a praticar...)
Gosto muito.
Beijinhos
Graça, muito obrigada :)
Um beijo
Ah, cxara, o amor também se faz de palavras, não duvide! As palavras são feiticeiras. O excerto que cito é das "Lettres Portugaises", em tradução de Eugénio de Andrade.
Um abraço
Zef, vamos ficando uns navegantes cansados e apetece-nos o silêncio. Ao contrário de Kavafis, apetece-nos Ítaca. Passei na Voz da Romãzeira, passei em silêncio, mas lá senti o aconchego e a beleza de sempre.
Beijos para todos em Pasárgada