Comentários: Tambor

saudades de te ler, Sílvia.

beijinho em ti. *

Afixado por Rita em abril 3, 2008 10:28 PM

Quantas vezes não andamos em busca de nós mesmos, quando estamos ausentes? É como saíssemos fora do nosso corpo e voássemos até a um Universo, fora deste poeirento lugarejo onde vivemos imersos, numa interminável correria.

Um abrigo soalheiro e solitário, onde temos o previlégio de sermos nós próprios, e no qual descobrimos que não há espaço para a frustação quando as coisas nas quais investimos não bateram certo, não por nossa culpa, mas pela adversidade das circunstâncias e pelo facto, de as pessoas com as quais nos mantivemos, haverem interpretado errôneamente as nossas boas intenções.

Ás vezes a solidão, é um bem, uma óptima ouvinte e uma perspicaz conselheira. A personificação de alguêm que nos dá realmente valor tal como somos, porque nunca se ausenta de nós. Fairy, muitas felicidades para ti.

Afixado por HumbertotheWizard em abril 6, 2008 08:04 PM

Muito interessante seu blog =)
sairei mais vezes de minha cripta para contemplar seus escritos singulares.

Afixado por Ravnos_Blacklotus em abril 8, 2008 09:27 PM

Sim, o silencio pode ser avassalador se a pessoa fonte, souber aplicar de maneira adequada... trás a paz, mas também a guerra. não so fisica, mas também - principalmente - mental.

Afixado por Ravnos_Blacklotus em abril 9, 2008 12:19 AM

Querida Sílvia
O ritmo das palavras e do tambor... quase um fado africano ouvido ao longe na savana...
Um beijo
Daniel

Afixado por Daniel Aladiah em abril 10, 2008 07:52 PM

Desejo a todos os que tiveram a paciência de me ler ao longo de mais de três anos, um eterno momento de felicidade nas vossas vidas terrenas e que, cedo, entendam no vosso coração o porquê da dádiva que foi experienciarem a Vida desta forma...
Na certeza de que o Deus do vosso entendimento falar-vos-à sempre na voz da vossa consciência!
OBRIGADO!!!
(Amaral Nascimento)

Afixado por Amaral em abril 15, 2008 10:52 AM

"Ainda ali permanece o teu corpo,
Amedrontado pelo súbito levantar do vento que perturba a noite
Enquanto falavas de um silêncio, derramei sobre a face todos os segredos devorados pelo tempo.
Deitei sobre os escombros da noite as ténues luzes do teu olhar."

lucia*

Afixado por lucia em abril 16, 2008 11:20 PM