Comentários: still life with cat

Foi bom voltar a ler a tua poesia do quotidiano que importa...e tantas vezes nos é insuficiente.Ai!Gato que brincas na rua...Um romron para a Jade.Um beijo para ti que nos dás este poema.

Afixado por amélia em maio 4, 2008 12:13 PM

A prosa dos dias, um poema muito teu. O título ficou excelente.

Afixado por L. em maio 4, 2008 01:51 PM

Uma delícia o poema com gato e girassol amarelo.
Apreciar as pequenas coisas... Talvez seja o segredo.
Um beijo Soledade.

Afixado por Graça Pires em maio 4, 2008 03:47 PM

As pequenas coisas, não é delas que a vida habitual é feita? Antes isso que os dias tremendos.
Um beijo meu às três e ronrons da gata. Que se recomenda :)

Afixado por soledade em maio 5, 2008 12:34 AM

Still life, gostei muito...aliás, se bem me lembro, um dos seus primeiros poemas que li foi "to be alone" with cat e com chá.
O silêncio, os gestos simples e o que basta ou não.
Beijinho neste dia, também :)

Afixado por ana assunção em maio 5, 2008 04:06 PM

Obrigada, Ana. E que tal vir até cá no sábado? :)
Beijo

Afixado por Soledade em maio 5, 2008 05:44 PM

Olá querida

Lá vou eu "roubar" o poema, formidável.
Beijinhos gorodos

Afixado por soniaq em maio 5, 2008 06:09 PM

sabedoria dos gatos: deixam que os tenhamos e depois têm-se, têm, têm-nos até à inspiração.

Afixado por cxara em maio 6, 2008 10:38 PM

Olá, Sonia!
Obrigada :)

Afixado por soledade em maio 6, 2008 11:23 PM

cxara, é bem verdade. Eles entranham-se :-) Neste momento em que escrevo, a gata dorme em cima dos meus pés e parece que nada lhe falta - está inteira aqui e, indomável que no íntimo é, a confiança que deposita em mim desarma-me completamente. Quando gatinhos, são bastante dependentes de nós; depois crescem, têm a sua vida, quase separada da nossa, os seus segredos, e apenas condescendem comer da comida que lhes damos, dormir na cama que lhes preparámos, ou no nosso colo, quando se dignam. E deixam-se observar. E fascinam-nos. Mas são distantes. à medida que envelhecem, ganham modos de cão, como se ao felino solitário sucedesse o animal de grupo. A Jade segue-me pela casa, companheira e paciente, e instala-se onde eu estou. Reage ao que lhe digo como se me entendesse (acho que entende mesmo), sabe as horas de dormir, de comer, as horas a que costumo levantar-me... Tornou-se um animal de hábitos e tem um estrito sentido da rotina. É reconfortante :)

Afixado por soledade em maio 6, 2008 11:41 PM

É sempre prazeroso ler a sua poesia, Soledade.
"Originalidade" não é talvez uma palavra muito original para referir-se a ela - e com certeza deixa muitíssimo ainda por dizer - mas não pode ser, de modo algum, excluída.
Viva!

Afixado por Walter em maio 8, 2008 11:08 PM