OK, emn. Fiquei preocupada. Tu és uma resistente. Tu és a minha personificação da resistência! Quero saber que continuas aí :)
Noite descansada.
Impossibilidades difíceis. Uma excelente citação a reler este quadro que se não estou em erro se chama "Jovem num cemitério".
Afixado por L. em maio 8, 2008 02:01 PM(... sobretudo se a cabeça desse corpo se perde em fichas, reuniões e legislação... hehehe era para ter piada mas não tem muita!)
... relacionando com o comentário tão bonito que deixaste, a verdade é que, nas nossas famílias, as mulheres são a âncora, a força, a esperança... - e cá pelos meus "costados" tudo gente muito modesta e de muito trabalho... lá houve um/a ou outro/a "senhor/a" ( até onde conheço!) mas por vias ilegítimas...
Beijos.
"Um corpo tem a lembrança excessiva de outro corpo"... Mastigamos, então, todos os silêncios possíveis, solitariamente culpadas dessa excessiva lembrança...
Um beijo Soledade.
Saudades deste lado também :)
E que melhor do que dizê-lo nesta entrada, perante este tão belo pedaço de poema. Que diz com simplicidade o sentimento que às vezes se tem para com um hábito acarinhado, que de tão imenso tira o lugar a qualquer outro.
Afixado por R.Joanna em maio 8, 2008 06:18 PMàs vezes sinto-me assim;felizmente existe a música e outras artes;
há um apelo de afago para que a lágrima não saia.
Bom fim-de-semana
um abraço
E não dá vontade de ler isto ao lado de Eugénio de Andrade?
"O mais efémero dos seres tem sede de eternidade, quero dizer: de outro corpo. Então balbucia, beija, ama, dá um subtil nome às coisas..."
Estou só a comparar!
Beijos