Comentários: Où que me porte mon voyage

Que bonito! As imagens nem as acho nada especiais e gosto muito mais das suas fotografias, mas o poema e a voz são super! A Grécia não lhe sai da cabeça, pois não? :-P

Afixado por ilia em julho 21, 2008 11:31 PM

«... combien le port est amer
quand tous les bateaux sont partis »

Où que nous portent nos voyages, "toutes nos Grèces" nous blessent ... não é ?
Emocionante.

Infelizmente não vi as suas fotos da Grécia... (também as minhas da Irlanda estão a sair lentamente, ao correr do pouco tempo livre e da disposição..)

Um abraço, Amiga.

Afixado por fernanda s.m. em julho 22, 2008 01:36 AM

Magnífico poema de Georges Seferis, de quem não tenho nenhum livro na minha estante de poesia. Gostei do modo excelente como foi dito. Nunca fui à Grécia (quase imperdoável..) mas sei que onde quer que esteja "la Grèce me blesse". Obrigada Soledade e um beijo.

Afixado por Graça Pires em julho 22, 2008 11:01 AM

O Nocturno é imperdível, Sol. Merece ele mesmo um poema de Seferis :)
Beijos.

Afixado por adelaide em julho 22, 2008 06:40 PM

Não sai mesmo, ilia, quem me dera lá! O poema e a voz são super, de facto, e se tivesse o dvd com os poemas, tentaria fazer o meu próprio filme. Assim aproveito este, que a amiga Anita Assunção me deu a conhecer.

Afixado por soledade em julho 22, 2008 10:30 PM

Fernanda, nunca pus as fotos no multi nem em qualquer outro local de partilha. Pura falta de tempo. E sempre achei que, indo por Leiria, nos veríamos e trocaríamos impressões acerca das nossas viagens. Mas nem Leiria nem nada, estou aqui socada, num ritmo estúpido. A ver se o ano que entrará em Setembro se faz com mais sensatez. Duvido, mas desejar não custa.
Um beijinho amigo. E força, saúde e alegria para a "colónia balnear" :)

Afixado por soledade em julho 22, 2008 10:34 PM

Graça, há pouquíssimas coisas de Seferis. Mesmo na internet não encontrei quase nada.
Há-de ir à Grécia, estou certa. Tem de ir! Para saudar a sua Ítaca, revisitada em tantos dos seus poemas.
Um beijo

Afixado por soledade em julho 22, 2008 10:42 PM

Adelaide, você é de uma gentileza! Eu tenho este privilégio: na grande blogoeasfera, as minhas amigas brasileiras são pessoas raras :)
Beijo

Afixado por soledade em julho 22, 2008 10:45 PM

a grécia, como um arquétipo, estrutura-me o pensar, talvez mesmo o ser, numa ontologia do mythos e do logos; isso toca-me profundamente quando é invocado;
obrigado (gosto mais do poema do que da voz)

Afixado por cxara em julho 22, 2008 10:50 PM

cxara, acho que nos reivindicamos todos da mesma matriz. Há algo de muito reconfortante neste cruzar de afinidades
Tem razão, se a voz é expressiva, o poema é que é excepcional (pergunto-me como soará em grego). Detenho-me nestes versos, por exemplo, e isto comove e magoa e empolga:
"(...) la Grèce voyage / et nous n'en savons rien / nous ne savons pas que tous nous sommes marins sans emploi»

Um abraço

Afixado por soledade em julho 24, 2008 12:08 AM